Margem de valor agregado: qual a importância e como calcular

Em um cenário empresarial cada vez mais competitivo, a importância da margem de valor agregado se destaca como um dos pilares da gestão financeira e fiscal eficiente. O domínio sobre essa métrica é decisivo para as empresas que buscam otimizar seu planejamento tributário e solidificar a precificação de seus produtos e serviços, garantindo uma posição mais favorável no mercado. Para entender como ela pode ajudar no crescimento do negócio, continue a leitura! 

O que é a Margem de Valor Agregado?

A margem de valor agregado (MVA) desempenha um papel fundamental na análise de custos de empresas ao redor do mundo. Trata-se de uma métrica que captura a diferença entre o preço de venda e o custo dos insumos que foram utilizados na criação de um produto ou no fornecimento de um serviço. 

Essa diferença, positiva por definição, reflete o valor que a empresa conseguiu adicionar ao bem ou serviço, desde o momento de sua concepção enquanto matéria-prima ou ideia inicial até sua apresentação final ao consumidor.

Na prática, entendemos que a MVA é um indicador da eficiência produtiva e da aptidão de uma empresa para gerar lucro. Mas sua importância ultrapassa a esfera operacional. No contexto tributário brasileiro, particularmente naquelas operações sujeitas à substituição tributária, a MVA assume um caráter decisivo, pois sobre ela se calcula a coleta antecipada de impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). 

Por isso, o conhecimento e aplicação adequada dessa margem são essenciais para a conformidade fiscal e para um planejamento financeiro eficaz em uma organização. 

Qual a importância da Margem de Valor Agregado?

A Margem de Valor Agregado permite que as empresas tenham domínio sobre os seus números, garantindo que as práticas de precificação dos produtos ou serviços sejam coerentes com o valor intrínseco oferecido ao consumidor final. 

Ao analisá-la, as organizações conseguem perceber a eficácia da adição de valor ao longo do processo produtivo, o que é decisivo para uma estratégia comercial assertiva.

Além disso, um dos grandes desafios do ambiente corporativo é uma administração tributária adequada, e aqui, novamente, a métrica mostra seu valor. Uma MVA bem calculada é uma aliada na hora de estabelecer a carga tributária que deve incidir sobre as operações, assegurando que a empresa cumpra com suas obrigações fiscais sem incorrer em pagamento a menor que possa gerar penalidades ou a mais, o que representaria um gasto desnecessário. 

Por isso, a MVA é uma métrica estratégica que, quando calculada e analisada corretamente, influencia decisivamente na competitividade de mercado e na rentabilidade empresarial. 

É a partir dela que se pode ajustar a prática de preços, alinhar expectativas de lucro e, mais do que isso, assegurar a conformidade fiscal, o que torna a sua gestão um pilar na estrutura de qualquer empresa que busque o sucesso e a longevidade no mercado.

Isso significa que ela desempenha um papel crítico na sustentabilidade financeira, evitando riscos fiscais que podem comprometer a saúde econômica do negócio.

Quais empresas estão inseridas na MVA?

A Margem de Valor Agregado (MVA) é aplicada em organizações enquadradas no regime de Substituição Tributária. De modo geral, elas dizem respeito a indústrias, fabricantes e importadoras, mas isso varia de acordo com a aplicação do regime tributário.

É vital verificar a regulamentação estadual, pois, em certos casos, distribuidores e outros agentes econômicos também estão incluídos pelo Fisco no quadro obrigatório de pagamento.

Por isso, essas empresas devem manter uma vigilância constante nos cálculos, pois erros na aplicação do ICMS – ST podem resultar em problemas fiscais substanciais.

Qual a diferença entre IVA E MVA?

Ao abordar os temas de gestão financeira e fiscal, é importante destacar a diferença entre IVA e MVA, dois conceitos fundamentais que, apesar de relacionados, possuem finalidades distintas. 

O IVA, ou Índice de Valor Agregado, trata-se de um método de tributação adotado internacionalmente que incide sobre o valor adicionado ao produto ou serviço a cada etapa do seu processo de produção e distribuição. Essa abordagem é amplamente reconhecida por promover a equidade tributária ao taxar apenas o valor efetivamente adicionado em cada fase.

Por outro lado, a MVA, ou Margem de Valor Agregado, é um parâmetro utilizado especificamente no contexto brasileiro, sobretudo quando se trata de operações sujeitas ao regime de substituição tributária do ICMS. 

Compreendendo essa diferença, é possível exercer uma gestão tributária efetiva e garantir que os cálculos dos tributos sejam realizados da maneira correta. 

Como calcular margem de Valor Agregado?

Para realizar o cálculo, é necessário identificar o percentual de MVA estipulado pelo estado, o qual varia de acordo com a categoria do produto. 

Com esse percentual em mãos, utiliza-se a seguinte fórmula para obter a MVA ajustada, considerando as diferenças entre as alíquotas interna e interestadual de ICMS: 

MVA ajustada = [(1 + MVA original) x (1 – alíquota interna) / (1 – alíquota interestadual)] – 1

Esse processo não apenas concilia as obrigações fiscais mas também proporciona uma base mais precisa para a formação de preços de venda. Assim, é possível alinhar as empresas às práticas de mercado e garantir uma tributação justa e precisa.

Vantagens de contar com um ERP para a gestão financeira e fiscal da empresa

A gestão financeira e fiscal de uma empresa requer atenção a detalhes, especialmente quando o assunto envolve o cálculo da MVA. Nesse cenário, um ERP completo como o da ERPFlex surge como um aliado estratégico, simplificando e otimizando esse processo. Conheça seus principais benefícios:

Modernização do setor financeiro

Esses sistemas oferecem ferramentas avançadas para lidar com todas as operações financeiras da empresa, desde a emissão de faturas até o controle de despesas. 

Com um ERP, é possível automatizar tarefas rotineiras, como reconciliação bancária e geração de relatórios financeiros, aumentando significativamente a eficiência do departamento financeiro. 

Além disso, sua interface intuitiva e amigável facilita o acesso e a compreensão dessas informações, tornando o processo de tomada de decisão mais ágil e preciso.

Automatização do fluxo de caixa

A automatização do fluxo de caixa é outra vantagem importante proporcionada pelo ERP. Com essa funcionalidade, é possível monitorar em tempo real todas as transações financeiras da empresa, o que possibilita uma visão abrangente e atualizada de sua posição financeira.

Assim, é possível facilitar o planejamento financeiro e a identificação de oportunidades de economia e investimento. Além disso, a automatização do fluxo de caixa reduz significativamente o risco de erros humanos e fraudes, garantindo maior precisão e segurança nas operações.

Segurança no acesso a informações

A segurança das informações é uma preocupação fundamental para todas as empresas, especialmente quando se trata de dados financeiros e fiscais sensíveis. Um ERP oferece recursos avançados de segurança, como criptografia de dados, controle de acesso e monitoramento de atividades, garantindo a integridade e a confidencialidade das informações. 

Além disso, os sistemas ERP são atualizados regularmente para garantir a conformidade com os mais recentes padrões de segurança cibernética, protegendo a empresa contra ameaças emergentes, como ataques de hackers e malwares.

Integração com outros setores

O ERP permite centralizar todas as operações empresariais em uma única plataforma, eliminando a necessidade de sistemas e processos isolados em diferentes departamentos. 

Isso facilita a comunicação e a colaboração entre os diferentes setores da empresa, melhorando a eficiência operacional e a qualidade do serviço ao cliente.

Mais do que isso: essa integração traz uma visão mais ampla do desempenho da organização, facilitando a identificação de áreas de melhoria e oportunidades de crescimento.

Redução de erros

Erros comuns no cálculo do MVA podem trazer prejuízos significativos para as empresas. A forma mais frequente é a utilização de alíquotas desatualizadas, que ocorre devido às periódicas alterações das legislações tributárias. 

Erros de arredondamento, por mais simples que pareçam, também podem gerar diferenças relevantes no montante final do tributo. Uma precisão matemática no processo de cálculo é essencial. 

Para minimizar esses riscos, o uso do ERP automatiza esse cálculo com dados fiscais atualizados, reduzindo a margem para falhas humanas e otimizando todo o processo de gestão fiscal.

O ERPFlex

O ERPFLex é o sistema de gestão online mais completo para uma organização. Com ele, empresas de diferentes setores, como o industrial, comercial ou de serviços, podem potencializar o gerenciamento financeiro e diversas áreas do negócio, como estoque e resultados.

Se você quiser garantir um ERP intuitivo, seguro, eficaz e com indicadores personalizados para o seu negócio, converse conosco

E se você gostou de entender mais sobre a Margem de Valor Agregado e deseja conhecer outros tópicos essenciais para o desempenho da sua empresa, não deixe de acessar o nosso blog

Hardening: o que é e qual sua importância para a empresa

Em um contexto marcado por ameaças digitais crescentes, a segurança cibernética tornou-se um tema de vital importância para qualquer organização. As ações para proteger dados empresariais devem ir além de medidas básicas, e nesse sentido, o processo de hardening se destaca como um componente essencial. 

A implementação deste método reflete um compromisso sério com a manutenção da integridade, disponibilidade e confidencialidade dos ativos digitais, sendo um passo crucial para a continuidade dos negócios e o cumprimento de regulamentações de proteção de dados relevantes. Continue a leitura para entender mais sobre o hardening! 

O que é o processo de Hardening?

Hardening, ou endurecimento em português, diz respeito a uma série de estratégias e práticas utilizadas para fortalecer sistemas e redes, formando uma barreira mais sólida contra o avanço de ataques cibernéticos e garantindo a segurança da informação empresarial. 

Para garantir esse objetivo, é preciso identificar e bloquear vulnerabilidades que podem expor organizações a riscos digitais.

Implementar o hardening envolve um conjunto de ações detalhadas, que incluem a atualização contínua de softwares para garantir que todas as funcionalidades estejam de acordo com as últimas soluções de segurança disponíveis.

Ele, então, não é apenas uma tática preventiva, mas uma necessidade operacional que permite às empresas manterem-se resilientes diante das ameaças digitais, mantendo a sua reputação e a confiança de seus clientes e parceiros.

Como ele funciona?

Seu funcionamento é baseado em uma premissa de que, quanto maior a superfície de ataque,  maior a probabilidade de um ciberataque bem-sucedido. Dessa forma, ele opera para eliminar possíveis pontos de entrada para esses ataques, por meio da identificação e correção de falhas de segurança em sistemas e redes. 

Como mencionamos, isso pode envolver várias medidas, como atualização de software, configuração de firewalls, aplicação de políticas de acesso restrito, criptografia de dados sensíveis e implementação de autenticação multifatorial. 

Assim, é possível tornar o ambiente digital da empresa menos suscetível a ataques, dificultando a entrada de invasores e garantindo a proteção dos dados confidenciais.

Quais são os benefícios do Hardening para a empresa?

A incorporação de práticas de hardening nos sistemas de uma empresa oferece uma série de vantagens estratégicas, que vão muito além da simples defesa contra ameaças cibernéticas. As principais delas são:

  • Segurança cibernética: o endurecimento aumenta a segurança cibernética da organização, reduzindo significativamente o risco de violações de dados e comprometimento da infraestrutura digital.
  • Conformidade legal: ajuda a garantir a conformidade com regulamentações de segurança e privacidade de dados, evitando multas e penalidades para a empresa.
  • Melhoria da reputação da empresa: revela o compromisso com a proteção dos dados dos clientes, construindo uma reputação de confiabilidade e integridade no mercado.
  • Economia de custos: reduz o risco de incidentes de segurança, evitando perdas financeiras significativas e resultando em economia de custos a longo prazo.
  • Eficiência operacional: minimiza o tempo de inatividade causado por ataques cibernéticos e falhas de segurança, melhorando a eficiência operacional da organização.

Assim, adotá-lo permite que você aprimore o desempenho da sua empresa, além de posicioná-la como uma referência em segurança e confiabilidade no tratamento das informações que lhe são confiadas.

Pilares importantes para a aplicação do Hardening

A aplicação eficaz do Hardening baseia-se em pilares fundamentais que fortalecem a segurança cibernética de uma organização. Eles estabelecem diretrizes sólidas para proteger os ativos digitais e minimizar os riscos de ataques cibernéticos. Vamos explorar alguns dos principais deles:

Princípio de Mínimo Privilégio

Essa abordagem tem como objetivo limitar o acesso dos usuários e sistemas apenas ao necessário para realizar suas funções específicas.

Isso significa que cada usuário ou sistema só deve ter acesso aos recursos e informações que são essenciais para realizar suas tarefas, reduzindo assim a superfície de ataque e minimizando o impacto de uma possível violação de segurança.

Segmentação

A segmentação consiste na divisão da rede em segmentos menores e isolados, conhecidos como zonas de segurança. Cada zona é protegida por firewalls e outras medidas protetivas, limitando a propagação de ameaças cibernéticas dentro da rede. Isso ajuda a conter ataques e a proteger os dados críticos da empresa contra acessos não autorizados.

Redução

A redução refere-se à eliminação de componentes desnecessários ou não utilizados nos sistemas e redes da organização. Isso inclui desativar serviços não essenciais, remover software não utilizado e fechar portas de rede não utilizadas. 

Ao reduzir a superfície de ataque, a empresa diminui as chances de ser alvo de ataques cibernéticos e aumenta sua resistência contra ameaças digitais.

Etapas de implementação do Hardening

Assim como a aplicação, a implementação dessas estratégias também requer etapas que devem ser bem executadas. A seguir, vamos examinar cada uma delas:

Análise do ecossistema

A primeira etapa consiste em realizar uma análise do ecossistema da empresa. Isso envolve uma avaliação abrangente dos sistemas, redes e aplicativos da organização para identificar vulnerabilidades e pontos fracos. 

De acordo com essa investigação, a organização pode desenvolver uma estratégia de hardening personalizada que aborde as áreas de maior risco e priorize as medidas de segurança necessárias.

Automatização de atualizações

A automação de atualizações é fundamental para assegurar a segurança dos sistemas e aplicativos empresariais contra ameaças cibernéticas. 

Ela abarca a instauração automática e periódica de patches de segurança e atualizações de software, assegurando a pronta correção de todas as vulnerabilidades conhecidas. 

Essa ação diminui o tempo de inatividade e mitiga o risco de falhas de segurança resultantes de sistemas desatualizados.

Políticas de segurança

Em seguida, é preciso definir diretrizes claras e práticas para o uso seguro de sistemas e recursos digitais, bem como a aplicação de medidas de controle de acesso, como autenticação de dois fatores e criptografia.

As políticas de segurança também devem abordar questões como o uso de dispositivos móveis e remotos, o compartilhamento de informações confidenciais e a resposta a incidentes de segurança. Tudo isso é essencial para assegurar a integridade dos dados da organização.

Avaliação dos processos de transferência de dados

Essa avaliação possibilita a segurança das informações durante o trânsito pela rede. Por isso, envolve a revisão e o aprimoramento de protocolos de criptografia e a implementação de medidas de segurança adicionais, como túneis VPN (Virtual Private Network), para proteger os dados durante a transmissão. 

Treinamento dos colaboradores

Um passo essencial mas muitas vezes subestimado para a segurança de dados é a capacitação dos colaboradores da empresa. Eles devem ter conhecimento sobre as melhores práticas de segurança, como a criação de senhas seguras, a identificação de phishing e a proteção de informações confidenciais. 

Além disso, os funcionários devem ser incentivados a relatar quaisquer incidentes de segurança ou atividades suspeitas imediatamente, para que possam ser resolvidos o mais rápido possível. 

Como aumentar a segurança dos servidores da sua empresa?

Se você chegou até aqui, percebeu que implementar estratégias de hardening é essencial para aumentar a segurança dos servidores da sua organização. Isso envolve fortalecer os sistemas e redes, reduzindo vulnerabilidades e restringindo o acesso não autorizado. Além disso, optar por um ERP em nuvem pode ser uma decisão inteligente.

Os ERPs em nuvem oferecem vantagens significativas em termos de segurança, como atualizações automáticas e proteção contra ameaças cibernéticas. 

Eles são frequentemente mantidos por equipes especializadas em segurança, garantindo que as medidas de proteção mais atualizadas sejam implementadas. Além disso, os dados da empresa são armazenados em servidores seguros e altamente protegidos, reduzindo o risco de perda de dados ou violações de segurança.

Assim, ao combinar a implementação de técnicas de hardening com a escolha de um ERP em nuvem confiável, sua empresa pode garantir um ambiente de servidor mais seguro, protegendo os dados críticos e mantendo a integridade das operações comerciais.

O ERPFlex

O ERPFlex é uma solução completa desenvolvida para atender às necessidades de diversos setores, incluindo indústria, serviços, comércio de distribuição e varejo. 

Ele proporciona uma integração eficiente de funcionalidades essenciais para o crescimento do seu negócio, além de oferecer recursos avançados de proteção e controle de acesso.

Com sua infraestrutura robusta e protocolos de segurança atualizados, o ERPFlex garante a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações, permitindo que as empresas operem com tranquilidade e confiança em um ambiente digital cada vez mais desafiador. Converse conosco e alavanque a gestão e a segurança do seu negócio hoje mesmo!

E para mais conteúdos como o Hardening, não deixe de conferir o blog da ERPFlex

Logística 4.0: o que é, como funciona e quais os benefícios

logística 4.0

Os clientes estão cada vez mais exigentes com o processo de entrega de um produto, sendo necessário implementar estratégias logísticas que aproveitem dos benefícios da tecnologia para oferecer um serviço de qualidade. Uma solução é a logística 4.0!

Conceito ligado à indústria 4.0, a logística 4.0 propõe uma mudança nos processos logísticos, tanto no chão de fábrica como em toda cadeia de produção. Continue lendo e conheça as principais tecnologias que compõem esse processo!

O que é Logística 4.0?

Utilizando as diretrizes da Indústria 4.0, a logística 4.0 usa a tecnologia para tornar os processos de distribuição de uma empresa coesos e inteligentes. Isso ocorre porque a indústria passa a utilizar equipamentos tecnológicos que aumentam a produção, assim como um ambiente mais moderno. 

Com isso, é necessário que a própria gestão da cadeia de suprimentos evolua suas abordagens, a fim de coordenar os fluxos de materiais e informações dos fornecedores de matérias-primas com mais eficiência.

Como funcionam os processos de Logística 4.0?

Basicamente, a logística 4.0 funciona com a integração tecnológica com os processos logísticos. Dessa forma, é possível aproveitar o potencial da automação, da Inteligência Artificial e do IoT para revolucionar a operação. 

Otimização da gestão de estoque

Sensores IoT são aplicados para monitorar em tempo real o nível de estoque e a movimentação de produtos. Como resultado há uma gestão de estoque mais ágil, precisa e adaptável, reduzindo custos, minimizando desperdícios e atendendo de maneira mais eficaz às demandas do mercado em constante mudança.

Controle eficiente da cadeia produtiva

Na cadeia produtiva, a Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning podem ser empregadas para aprimorar a previsão de demanda, ajustar automaticamente os planos de produção e otimizar os processos, resultando em uma produção mais ágil e adaptável. Além disso, a automação e a robótica são integradas para aumentar a eficiência da manufatura, reduzir os tempos de ciclo e melhorar a qualidade dos produtos. 

Nesse sentido, a Logística 4.0 promove um controle mais preciso, ágil e responsivo da cadeia produtiva, permitindo que as empresas se adaptem rapidamente às mudanças nas condições de mercado e demandas dos clientes.

Movimentação de mercadorias 

A movimentação de mercadorias é otimizada através da aplicação de tecnologias avançadas que promovem maior eficiência e visibilidade ao longo da cadeia de suprimentos. Sensores e dispositivos IoT são utilizados para monitorar em tempo real a localização e as condições das mercadorias durante o transporte. 

Já o Big Data e Analytics processam esses dados, proporcionando insights valiosos para otimização de rotas, previsão de tempos de entrega e identificação de oportunidades de melhoria. A automação de armazéns também pode incluir tecnologias como robótica e sistemas autônomos, agilizando as operações de picking e packing. 

Melhor gestão de frotas

Dentro do contexto da logística 4.0, a gestão de frotas é aprimorada significativamente através da implementação de tecnologias avançadas e inovações digitais. A utilização da telemetria avançada e sistemas de comunicação em tempo real contribui para a comunicação eficaz entre a frota e a central de operações.

Atividade de roteirização

A utilização da  IA e do Machine Learning permite a análise de dados históricos de tráfego, condições meteorológicas, padrões de demanda e outros fatores dinâmicos, permitindo a criação de algoritmos preditivos que otimizam automaticamente as rotas. Já os sistemas avançados de gerenciamento de frotas utilizam esses algoritmos para ajustar as rotas em tempo real, considerando variáveis em constante mudança. 

Com isso, a logística 4.0 consegue otimizar a roteirização, melhorando a eficiência do transporte, reduzindo custos e minimizando os impactos ambientais associados às operações logísticas.

Principais tecnologias da Logística 4.0

Para que a logística 4.0 funcione, devem ser implementadas algumas tecnologias que são comuns ao ambiente corporativo inteligente. Dentre essas tecnologias, há algumas que se destacam.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) refere-se à interconexão de diversos aparelhos que usam linguagem comum e se conectam em rede através da internet. Seu principal objetivo é conectar os dispositivos que utilizam a internet. Com isso, se torna possível transmitir informações de um aparelho para outro, tornando todas as etapas de trabalho mais inteligentes, modernas e automatizadas.

Inteligência Artificial

Não pode-se negar que a Inteligência Artificial foi uma das tecnologias mais revolucionárias. Dentro das indústrias, ela permite que as máquinas se tornem mais independentes, prevejam erros e tomem decisões de forma autônoma. Como consequência, é possível ter resultados com maior rapidez e ao mesmo tempo, minimizar problemas. 

Cloud Computing

O Cloud Computing utiliza a tecnologia em nuvem para virtualização dos serviços. Com isso, torna-se mais fácil a gestão de informações, além de garantir dados de maneira mais rápida e segura. 

Outra vantagem do Cloud Computing é a sua maior mobilidade, já que ele ocupa menos espaço físico. É possível acessar os mesmos arquivos de diferentes computadores, celulares ou outros dispositivos de forma segura e quando for necessário. 

Big Data

Já a Big Data tem como objetivo lidar com grandes volumes de informações e diversos conjuntos de dados relevantes para o setor logístico, com o objetivo de fornecer uma visão estratégica abrangente de toda a cadeia produtiva. Dessa forma, o setor logístico passa a ter uma visão mais ampla e estratégica de todo o fluxo produtivo da empresa. 

Aprendizado de máquina

Também conhecido como Machine Learning, o aprendizado de máquina é a técnica de uma máquina automatizada de aprender e analisar criticamente as informações recebidas. Dentro da indústria, o Machine Learning auxilia nos dados relacionados à segurança e estoque, além de aumentar a agilidade e precisão dos equipamentos. 

Benefícios da Logística 4.0

A logística 4.0 torna as operações mais organizadas e transparentes, além de trazer vantagens competitivas. Isso por si só já mostra os benefícios de se investir nessa abordagem, porém pode-se destacar outras! 

1. Aumento da eficiência operacional

A automação de processos e da integração de dados permite que os gestores analisem de maneira mais aprofundada cada etapa da cadeia logística. Como consequência, torna-se mais fácil eliminar gargalos e tornar a operação mais eficiente. 

2. Redução de perdas

Ao integrar tecnologias que promovem a visibilidade, previsibilidade e automação, a logística 4.0 contribui para uma redução substancial de perdas ao longo da cadeia de suprimentos, melhorando a eficiência operacional e fortalecendo a sustentabilidade das operações logísticas.

É nesse cenário que é possível adaptar metodologias, como o lean manufacturing, cross-docking ou just in time, a fim de reduzir as perdas de matéria-prima, bem como de produtos na logística de saída. 

3. Informações em tempo real

Outro benefício da logística 4.0 é a possibilidade de informações em tempo real, já que a organização passa a controlar cada parte do processo produtivo e logístico. Como consequência, há uma redução de custos e aumento da eficiência operacional.

4. Aumento da satisfação dos clientes

Todo processo logístico que utiliza a tecnologia impacta diretamente na visão do consumidor sobre o serviço ou produto. Dessa forma, é possível aumentar a qualidade dos serviços, reduzir a ocorrência de erros de pedidos e aumentar a satisfação dos clientes. 

5. Alta conectividade

A alta conectividade facilita a comunicação eficiente entre diferentes etapas da produção, melhorando a coordenação e a sincronização das operações. Como resultado, há uma maior visibilidade, tomada de decisão mais rápida e eficaz, e uma capacidade aprimorada de resposta a mudanças nas condições do mercado.

Conheça a ERPFlex

Se você chegou até aqui, pode perceber que o uso da tecnologia pode melhorar a eficiência de toda a cadeia de produção de uma indústria. Uma das soluções que podem auxiliar no gerenciamento da logística 4.0 é um software de gestão integrada, como a ERPFlex.

Somos um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais. Nossa equipe é engajada e compartilha conhecimento na busca por melhores soluções para nossos parceiros!

Por isso, entre em contato com um de nossos consultores e conheça nossos produtos. E caso o texto de hoje tenha te ajudado, confira o blog da ERPFlex para mais dicas! 

Automação de processos: conheça as tendências para 2024

automação de processos

A gestão empresarial está sempre em evolução, e uma das áreas que tem recebido grande atenção nos últimos anos é a automação de processos. Com o avanço da tecnologia, novas tendências surgem constantemente, transformando a maneira como as empresas operam e se organizam. 

Neste artigo, vamos explorar as tendências mais recentes em automação de processos para 2024. Boa leitura!

O que é automação de processos e qual a sua importância

Antes de mergulharmos nas tendências para 2024, é importante entender o conceito de automação de processos. Em termos simples, a automação de processos refere-se à utilização de tecnologia para executar tarefas repetitivas e baseadas em regras de forma automatizada. 

Isso pode incluir a automação de fluxos de trabalho, a integração de sistemas e a implementação de ferramentas para otimizar e agilizar processos internos de uma organização.

A automação de processos desempenha um papel fundamental na transformação e otimização das operações empresariais. Aqui estão algumas razões pelas quais a automação de processos é tão importante:

  1. Eficiência operacional: ao automatizar tarefas repetitivas e baseadas em regras, as empresas podem aumentar significativamente sua eficiência operacional. Isso libera recursos humanos para se concentrarem em atividades mais estratégicas e de maior valor.
  2. Redução de erros: a automação de processos ajuda a minimizar erros humanos, o que pode levar a uma maior precisão e consistência nos resultados. Isso é especialmente importante em processos críticos onde a precisão é essencial.
  3. Agilidade e velocidade: com a automação, os processos podem ser executados mais rapidamente, o que leva a uma maior agilidade nos negócios. Isso permite que as empresas se adaptem mais rapidamente às mudanças no mercado e às demandas dos clientes.
  4. Redução de custos: automatizar processos pode levar a uma redução significativa nos custos operacionais. Isso pode incluir economias de tempo, redução de erros que levam a retrabalho, e melhor utilização de recursos existentes.
  5. Melhoria da experiência do cliente: A automação de processos pode levar a uma experiência do cliente aprimorada, com processos mais rápidos e eficientes. Isso pode resultar em maior satisfação do cliente e lealdade à marca.

Em suma, a automação de processos é essencial para impulsionar a eficiência, reduzir erros, aumentar a agilidade e reduzir custos nas operações empresariais. Para saber mais sobre automação de processos e sua importância, confira o outro artigo que fizemos sobre o assunto. 

Confira as tendências para 2024

À medida que avançamos em 2024, é crucial estar ciente das tendências emergentes que moldarão o cenário da automação de processos no decorrer do ano. 

Tendências não apenas refletem o avanço tecnológico, mas também delineiam as direções estratégicas que as organizações devem considerar para permanecerem competitivas. 

Vamos explorar mais profundamente algumas das principais tendências previstas para dominar o campo da automação de processos neste ano:

Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina

A integração da Inteligência Artificial (IA) e do Aprendizado de Máquina (ML) em sistemas de automação de processos é uma tendência que continuará a evoluir em 2024. 

Essas tecnologias estão revolucionando a forma como as empresas automatizam tarefas, permitindo que sistemas aprendam com dados e experiências anteriores, e tomem decisões com base nesse aprendizado. 

Com o uso de algoritmos de aprendizado de máquina, os sistemas podem analisar grandes volumes de dados e tomar decisões complexas de forma automatizada. 

Além disso, a IA está permitindo a automação de tarefas que exigem inteligência e compreensão humanas, como processamento de linguagem natural, reconhecimento de padrões e interpretação de imagens. Inclusive, é aplicada para prever e otimizar o desempenho de processos empresariais

Automatização de Governança de Dados

A governança de dados abrange uma ampla gama de atividades, desde a definição de políticas e padrões de qualidade de dados até a implementação de medidas de segurança e conformidade com regulamentos. 

Tradicionalmente, essas atividades eram realizadas manualmente por equipes dedicadas, o que muitas vezes resultava em processos morosos, propensos a erros e inconsistentes.

Com a automatização da governança de dados, as organizações podem implementar soluções que utilizam algoritmos e inteligência artificial para automatizar diversas tarefas.

Por exemplo, a identificação e classificação de dados sensíveis, o monitoramento de conformidade com regulamentos de privacidade, e a aplicação de políticas de retenção de dados.

Além disso, a automatização da governança de dados também permite uma resposta mais ágil a incidentes de segurança, como violações de dados, ao detectar e responder automaticamente a atividades suspeitas ou não autorizadas. 

Automatização de processos robóticos (RPA)

Envolve o uso de software para automatizar tarefas repetitivas e baseadas em regras que antes eram realizadas por humanos, liberando recursos para atividades mais estratégicas e de alto valor.

A RPA oferece uma abordagem pragmática para a automação, permitindo que as empresas automatizem processos sem a necessidade de alterações significativas em seus sistemas existentes. 

Ela opera por meio de “robôs de software” que imitam as ações humanas ao interagir com aplicativos e sistemas de software por meio da interface do usuário, executando tarefas como preencher formulários, copiar e colar dados, extrair informações de documentos e muito mais.

Automação de Processos Cognitivos (CPA)

Em 2024, essa tendência está ganhando destaque como uma poderosa ferramenta para impulsionar a eficiência e a inovação nas operações empresariais.

Ao contrário da automação de processos tradicionais, que se concentra em tarefas estritamente definidas e padronizadas, a CPA utiliza tecnologias avançadas, como inteligência artificial, aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural, para lidar com tarefas mais complexas e contextuais. 

Ou seja, atividades como interpretação de documentos não estruturados, análise de sentimentos em dados de mídia social, e tomada de decisões com base em dados variados e ambíguos.

Assim, suas implicações são significativas em uma variedade de áreas, incluindo atendimento ao cliente, gestão de riscos, análise de dados e tomada de decisões estratégicas. 

Automação de DevOps e DataOps

DevOps e DataOps são abordagens que visam melhorar a colaboração entre equipes de desenvolvimento, operações e dados, promovendo uma entrega mais rápida e confiável de software e insights de dados.

Em 2024, a automação desempenha um papel central nessas disciplinas, permitindo a integração contínua, a entrega contínua e a implantação contínua (CI/CD) de software, bem como o desenvolvimento e operação de pipelines de dados eficientes e confiáveis. 

Automação de infraestrutura de dados e nuvem

Em 2024, as empresas estão cada vez mais buscando soluções que automatizem o provisionamento, gerenciamento e monitoramento de sua infraestrutura de dados e nuvem.

Ela permite que as empresas provisionem rapidamente recursos de computação, armazenamento e rede na nuvem conforme necessário, sem a necessidade de intervenção manual. Logo, permite uma escalabilidade dinâmica, onde os recursos podem ser dimensionados automaticamente para atender às demandas

Dessa forma, as empresas podem monitorar e otimizar automaticamente os custos de infraestrutura de nuvem, identificando e desligando recursos não utilizados, aplicando políticas de dimensionamento automático e otimizando o uso de instâncias reservadas e spot.

Como a ERPFlex pode ajudar a sua empresa

Um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), como o ERPFlex, pode representar um passo significativo na direção da eficiência operacional e da gestão estratégica da informação.

O ERP é um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais.

Caso você esteja a procura de um sistema ERP para auxiliar na automação dos processos na sua organização, a ERPFlex é a solução! Revolucione a gestão de seu negócio e entre em contato com a ERPFlex. 

Ciclo Operacional: o que é, importância e como gerenciar

Ciclo operacional

Ter conhecimento e controle sobre o funcionamento da operação é fundamental para uma gestão eficiente. Para que isso seja possível, é necessário saber como gerenciar o ciclo operacional.

Ele engloba todas as fases da operação de um negócio, incluindo sua saúde financeira. Continue lendo e saiba o que é o ciclo operacional e como gerenciá-lo. Boa leitura!

O que é o ciclo operacional de uma empresa?

O ciclo operacional de uma empresa refere-se ao tempo médio que uma organização leva desde a aquisição de matéria-prima até a conversão dessa matéria-prima em produtos acabados, a venda desses produtos e, finalmente, a recepção do pagamento dos clientes. Ou seja, esse ciclo envolve todas as atividades operacionais da empresa, desde o processo de produção até a obtenção de receitas. 

Portanto, ele é uma medida crucial para avaliar a eficiência do processo produtivo e a gestão de caixa da organização, já que um ciclo mais curto geralmente indica uma operação mais eficiente e uma necessidade de capital de giro menor. 

Assim, a análise cuidadosa do ciclo operacional ajuda os gestores a otimizar processos, melhorar o fluxo de caixa e tomar decisões estratégicas para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio.

Qual a importância do ciclo operacional?

Por fornecer insights valiosos sobre a eficiência de um negócio, o ciclo operacional desempenha um papel importante na gestão empresarial . Sua clara compreensão permite que os gestores identifiquem áreas de melhoria no processo produtivo, minimizem a necessidade de capital de giro, otimizem o fluxo de caixa e, consequentemente, aumentem a rentabilidade da organização .

Além disso, a análise desse ciclo é crucial para a formulação de estratégias financeiras e decisões de investimento, proporcionando uma visão abrangente da eficiência operacional e indicando a necessidade de ajustes para enfrentar desafios competitivos no mercado.

Qual a diferença de ciclo operacional e financeiro?

Como foi apresentado acima, o ciclo operacional abrange todo o processo operacional da empresa, desde a etapa de compra com os fornecedores até a venda para os clientes. 

Já o ciclo financeiro segue a mesma lógica, mas envolve apenas a última etapa do ciclo operacional. Ele representa o tempo entre o pagamento dos fornecedores e o recebimento das vendas.

Dessa forma, os dois se relacionam, já que o ciclo financeiro faz parte do operacional e são complementares em uma organização. Juntos, eles têm a função de equilibrar o processo empresarial, mantendo todas as etapas bem alinhadas. 

Quais são as fases do ciclo operacional?

Como forma de identificar oportunidades de otimização, redução de custos e melhoria da eficiência operacional, o ciclo operacional é dividido em três fases:

Prazo Médio de Estoques (PME): também conhecido como ciclo econômico, é nesta fase que a empresa adquire os insumos necessários para a produção de seus produtos ou a prestação de serviços. Isso pode incluir a compra de matéria-prima, equipamentos e outros recursos essenciais para as operações. Nas indústrias esse período engloba também a parte de fabricação e transformação dos insumos em produto acabado.

Prazo Médio de Recebimento (PMR): durante esta fase, os insumos adquiridos na fase anterior são processados para criar produtos acabados ou para fornecer serviços. É o estágio em que ocorre a transformação dos recursos em produtos ou serviços que serão disponibilizados ao mercado.

Prazo Médio de Pagamento (PMP): após a produção, os produtos são colocados no mercado para venda. Nesta fase, a empresa busca atrair clientes, concluir transações de venda e receber pagamentos. 

Como calcular esse ciclo?

O cálculo do ciclo operacional é relativamente simples e pode até ser feito por softwares. Sua fórmula é a seguinte:

CO = Prazo Médio de Estocagem (PME) + Prazo Médio de Recebimento (PMR)

Com isso, quanto menor for este número, melhor para o desenvolvimento do negócio

O cálculo do prazo médio de estocagem é feito a partir da divisão entre o giro de estoque e quantidade de dias no ano (365). Já o cálculo do prazo médio de recebimento é feito com a divisão da receita líquida na empresa por 365 e o resultado dessa conta deve ser dividido pelo número médio de clientes anuais.

Exemplo de ciclo operacional

Para ficar mais fácil a compreensão, trouxemos um exemplo. Imagine que o prazo médio de estocagem seja de 25 dias e que o prazo médio de recebimento seja 30 dias. Para saber o ciclo operacional, basta somar esses dois valores:

CO = 25 + 30 = 55

Como o ciclo operacional afeta o fluxo de caixa?

Como pode ser percebido, há um impacto direto do ciclo operacional no fluxo de caixa, já que o tempo que decorre desde a aquisição de insumos até o recebimento dos pagamentos dos clientes pode impactar substancialmente a liquidez do negócio. 

Um ciclo operacional mais curto, onde a empresa consegue converter seus insumos em produtos acabados e, subsequentemente, em receitas rapidamente, tende a melhorar o fluxo de caixa, proporcionando uma rotação mais eficiente do capital investido. 

Por outro lado, um ciclo operacional mais longo pode aumentar a necessidade de capital de giro, pois a empresa pode enfrentar desafios de financiamento enquanto aguarda o retorno dos investimentos em estoque e recebíveis.

A relação entre o ciclo operacional e a gestão de estoque

A gestão de estoque desempenha um papel fundamental em várias etapas do ciclo operacional. Uma eficiente gestão de estoque pode encurtar o tempo que os produtos permanecem armazenados antes de serem vendidos, reduzindo assim o ciclo operacional. Por outro lado, um estoque excessivo pode prolongar o ciclo, aumentando a necessidade de capital de giro. Logo, encontrar o equilíbrio certo na gestão de estoque é crucial.

Dicas para gerenciar o ciclo operacional

Mesmo após entender como funciona o ciclo operacional, ainda podem surgir dúvidas em como de fato gerenciá-lo. Por isso, continue lendo e conheça algumas dicas!

Desenvolva um planejamento orçamentário

A primeira dica é desenvolver um planejamento orçamentário, já que um planejamento bem feito garante traz mais previsibilidade sobre as receitas e despesas da empresa. Esse documento orienta as decisões e torna mais fácil controlar tanto o ciclo operacional, como o financeiro. 

Reduza os prazos para recebimento de vendas

Quanto mais rápido um negócio receber os valores de venda, menor será o ciclo. Nesse sentido, a empresa irá evitar aqueles períodos de déficit no caixa. Para isso, deve-se negociar os prazos com os clientes. 

Negocie o prazo de pagamento com os fornecedores

Além de negociar o prazo com os clientes, a empresa também deve negociar o prazo de pagamento com os fornecedores. Dessa forma, a organização consegue uma janela maior para o valor das vendas que entrar no caixa e como consequência não ficará no vermelho. 

Tenha a tecnologia como aliada 

Um forte aliado na gestão de um ciclo operacional é um software para gestão empresarial (ERP). Ele contribui para a eficiência operacional, eliminando redundâncias e integrando processos, o que resulta em uma maior agilidade e produtividade. 

Além disso, a padronização de dados e a centralização das informações proporcionam uma visão holística do negócio, facilitando a tomada de decisões estratégicas mais informadas. A automação de tarefas rotineiras, como contabilidade, gestão de estoque e recursos humanos, não apenas economiza tempo, mas também minimiza erros humanos.

O ERPFlex

Analisar o ciclo operacional permite entender com maior clareza o funcionamento dos processos de entrada e saída de recursos e pode ser mais eficiente com um sistema ERP, como o ERPFlex

Somos um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais. Nossa missão é proporcionar uma gestão empresarial eficiente através de uma plataforma intuitiva, acessível e segura.

Garantimos suporte completo com um software na nuvem para sua empresa alavancar resultados. Entre em contato com um de nossos consultores e conheça as oportunidades. E caso o conteúdo de hoje tenha sido útil, não deixe de conferir nosso blog para mais dicas! 

Governança de dados: vantagens, desafios e como implantar

governança de dados

À medida que as empresas de todos os setores crescem no meio digital, os dados rapidamente se tornam o ativo mais valioso que possuem. Com um grande volume de informações, é preciso pensar em formas de organizar a gestão da empresa.

É dessa forma que entra a governança de dados, que garante que as empresas melhorem sua transparência e processos internos, além de aumentar a competitividade e cumprir legislações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Marco Civil da internet. Continue lendo e saiba os benefícios dessa forma de administração. Boa leitura! 

O que é governança de dados?

A governança de dados é uma forma de administração que consiste na integração de processos, obrigações, políticas, padrões e métricas. Ela é responsável por estipular quais são os dados e os métodos que serão usados para cada situação. 

Ou seja, dentro de uma organização ela é responsável por coletar dados, definir regras, validar juridicamente as informações e estipular responsáveis que podem utilizar os dados. 

Por isso, ela é um componente fundamental para apoiar a tomada de decisões informadas e para garantir o cumprimento das exigências legais, especialmente em um cenário cada vez mais orientado por dados.

Qual o papel da governança de dados?

Uma baixa qualidade dos dados pode afetar todos os setores de uma empresa, tornando impossível tomar decisões precisas ou assumir riscos calculados. Com isso, um dos principais objetivos da governança de dados é gerar transparência interna e externa para a organização. 

Além disso, essa ferramenta vincula departamentos de tecnologia e de negócios, tornando possível a automação de vendas, a redução de custos, o aumento da receita, entre outros. 

Tendência de crescimento de dados entre 2024 e 2029

A Mordor Intelligence, empresa de consultoria e inteligência empresarial, realizou uma pesquisa sobre o tamanho do mercado de governança de dados, que refletiu uma previsão de crescimento de dados gerados pelas organizações. 

O relatório foi segmentado por implantação, tamanho da empresa, componente, função de negócios, indústria de usuários finais e geografia. Como conclusão dos estudos, o tamanho desse mercado é estimado em US$ 3,27 bilhões em 2024, e deverá atingir US$ 8,03 bilhões até 2029.

Qual a diferença entre gestão de dados e governança de dados?

Apesar de serem utilizadas de forma intercambiável, a gestão de dados e a governança de dados são conceitos distintos. A gestão de dados refere-se às práticas e aos processos relacionados à coleta, armazenamento, processamento e recuperação de informações. Nesse sentido, ela está ligada às operações diárias, visando garantir a eficiência e a acessibilidade dos dados. 

Já a governança de dados vai além das operações diárias, sendo uma abordagem estratégica para assegurar que eles sejam gerenciados de maneira eficaz e alinhada aos objetivos organizacionais. Ou seja, ela estabelece políticas, padrões e diretrizes para garantir qualidade, segurança, conformidade e utilização ética dos dados.

Benefícios da governança de dados

A governança de dados permite que as organizações continuem atualizadas em mercados saturados, sem deixar de manter a conformidade com a legislação que evolui constantemente. Por isso, continue lendo e conheça alguns benefícios!

Melhora a tomada de decisão 

Ao estabelecer padrões e processos para a coleta, a governança de dados contribui para a criação de conjuntos de informações confiáveis e consistentes. Isso permite que os tomadores de decisão tenham acesso a dados precisos e atualizados, facilitando a análise e a compreensão do cenário organizacional. 

Proporciona alta qualidade para os produtos e serviços

Por organizar políticas e práticas para a coleta, armazenamento e gerenciamento dos dados, a governança assegura a integridade, precisão e consistência das informações utilizadas no desenvolvimento e aprimoramento de produtos e serviços. Com isso, há processos mais eficientes e confiáveis, reduzindo a probabilidade de erros e inconsistências. 

Além disso, a ferramenta promove a padronização e a normalização dos dados, facilitando a interoperabilidade entre diferentes sistemas e garantindo que as informações necessárias estejam disponíveis quando necessário. Ao fornecer uma base sólida de dados confiáveis, a governança de dados contribui para a tomada de decisões informadas durante o ciclo de vida do produto, desde o design até a entrega e suporte pós-venda. 

Aumenta a confiança de clientes e fornecedores

A governança de dados demonstra o compromisso da empresa com a integridade e a segurança das informações, não apenas fortalecendo a confiança dos clientes em relação à privacidade de seus dados pessoais, mas também inspirando credibilidade junto aos fornecedores, de forma a mostrar que a organização opera com responsabilidade e conformidade. 

Ao garantir a qualidade e a precisão das informações utilizadas nos processos de negócios, ela contribui para a construção de relacionamentos sólidos e duradouros. A transparência na gestão de dados também é essencial para cumprir regulamentações de privacidade e segurança, gerando confiança adicional tanto no mercado quanto nas parcerias comerciais.

Melhora o gerenciamento de custos e riscos

Outro benefício da governança de dados é a melhoria do gerenciamento de custos e riscos em uma organização, contribuindo para a eficiência operacional. Além disso, ao assegurar a qualidade e a integridade dos dados, a governança reduz a probabilidade de erros e retrabalho, resultando em custos operacionais mais baixos. 

Já no que diz respeito aos riscos, ela proporciona uma abordagem estruturada para a identificação, avaliação e mitigação de potenciais ameaças relacionadas à segurança e conformidade. A implementação eficaz da governança ajuda a proteger a organização contra violações de dados, penalidades regulatórias e danos à reputação. 

Aperfeiçoa o processo de compliance 

A governança de dados estabelece diretrizes claras para a coleta, uso e proteção de dados, alinhando as práticas da organização às normas regulatórias e legislações pertinentes. Por isso, ao garantir a conformidade com requisitos legais, como leis de privacidade e proteção de dados, ela reduz o risco de penalidades e litígios associados a violações regulatórias. 

Além disso, ao manter registros precisos e rastreáveis, ela facilita auditorias internas e externas, simplificando o processo de verificação do cumprimento das normas. A transparência proporcionada pela governança também reforça a confiança de stakeholders e clientes, contribuindo para uma imagem positiva da empresa em relação ao seu compromisso ético e legal.

E quais os desafios de adotá-la?

As questões organizacionais e de pessoal podem ser grandes desafios. Além disso, toda transformação de negócios requer funções e responsabilidades. E isso não seria diferente com a governança de dados. Continue lendo e saiba quais os principais desafios de adotá-la!

Gerenciamento de dados inadequado

O gerenciamento de dados não pode ser confundido com a governança de dados. A governança estabelece procedimentos que envolvem os dados. Já o gerenciamento aplica estes procedimentos para coletar e usar os dados para tomar decisões. 

Em vista disso, caso o gerenciamento de dados for mal feito, pode resultar em dados frágeis, desprotegidos, processos obscuros e falta de controle sobre os processos. 

Falta de liderança

Por envolver vários departamentos dentro de uma organização, a governança de dados exige uma liderança. 

De acordo com as tendências do setor, os responsáveis por essa função são os Chief Data Officers (CDO) ou os Chief Information Officer (CIO). Caso a organização não tenha um destes profissionais, é preciso ter alguém de alta administração que tenha como função foco na política de dados no alinhamento processual. 

Segurança

Devido ao alto índice de invasões, a governança de dados, através do departamento de TI, deve garantir que os dados sejam adequadamente protegidos, controlados e coerentes. 

Conformidade com as normas legais

Além de tomar cuidado com a segurança, outro desafio da governança de dados é a não-conformidade com as normas legias. Para que isso não ocorra é preciso cumprir regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que exige processos bem definidos de coleta e armazena as informações dos clientes.

Padronização 

Outro desafio da governança é a padronização. Devido ao avanço de soluções, a ferramenta é uma atividade extremamente complexa devido às falhas e aos problemas de gerenciamento de dados. 

Como implantar a governança de dados? 

A implementação bem-sucedida da governança de dados requer uma abordagem abrangente e estratégica. Continue a leitura e saiba as etapas gerais para orientar o processo de implantação!

Tenha suas metas em mente

Ao estabelecer metas claras e alinhadas aos objetivos estratégicos da organização, as equipes envolvidas na governança de dados podem direcionar seus esforços de maneira mais focada e mensurável. 

Essas metas podem incluir a melhoria da qualidade dos dados, o aumento da conformidade regulatória, a redução de riscos relacionados à segurança da informação e a otimização dos processos de tomada de decisão. 

Nomeie o profissional responsável pela estratégia

Como falamos anteriormente, os responsáveis pela governança de dados são os Chief Data Officers (CDO) ou os Chief Information Officer (CIO). Estes profissionais são encarregados de desenvolver e implementar políticas, normas e procedimentos que assegurem a qualidade, segurança e conformidade dos dados. 

Além disso, eles atuam como catalisadores de mudanças, promovendo a conscientização e a cultura de dados em toda a organização. 

Desenvolva uma justificativa de negócio

Uma justificativa de negócio pode enfatizar os impactos positivos nos resultados financeiros, na reputação da empresa e na satisfação do cliente.

Ao comunicar de maneira persuasiva a necessidade e os benefícios da governança de dados, essa justificativa cria um alicerce sólido para o comprometimento organizacional, facilitando a implementação bem-sucedida dessa estratégia fundamental para a gestão eficaz dos ativos de informação da empresa.

Trabalhe com métricas adequadas

Além de desenvolver uma justificativa de negócio, é importante trabalhar com métricas adequadas que permitam avaliar o desempenho, a eficácia e o impacto das iniciativas de governança. Métricas bem definidas podem incluir a qualidade dos dados, a conformidade regulatória, a eficiência operacional e a capacidade de resposta aos requisitos de negócios. 

Com isso, ao mensurar a conformidade com políticas de dados estabelecidas, identificar e corrigir lacunas na qualidade dos dados, e avaliar a eficácia das práticas de governança, as métricas proporcionam insights cruciais.

Comunique-se em todos os níveis

A governança de dados não é apenas uma iniciativa técnica, mas também uma mudança cultural que requer compreensão e comprometimento em todos os departamentos. 

A comunicação eficaz envolve a transmissão clara dos objetivos, benefícios e responsabilidades associadas à governança de dados para todas as partes interessadas, desde a alta administração até os membros das equipes operacionais. 

Essa comunicação aberta e transparente ajuda a criar uma conscientização generalizada sobre a importância da gestão de dados e promove a adesão a políticas e práticas de governança. 

Como um ERP pode me ajudar? 

Para auxiliar nos desafios que a governança de dados pode apresentar há algumas ferramentas e sistemas tecnológicos, como Data Catalogs, Metadata Management, ERP, entre outros. 

Um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP), como o ERPFlex, pode representar um passo significativo na direção da eficiência operacional e da gestão estratégica da informação.

Ele  integra diversas funções empresariais, como finanças, recursos humanos, produção, logística e vendas, em uma única plataforma. Isso resulta em uma visão holística e em tempo real de todas as operações, proporcionando maior agilidade nas tomadas de decisão. 

Além disso, a padronização de processos promovida pelo ERP aumenta a consistência e a qualidade das operações, reduzindo erros e retrabalho. A automação de tarefas rotineiras impulsiona a produtividade, liberando tempo para atividades estratégicas. A integração de dados facilita o acesso a informações cruciais, melhorando a precisão na análise e previsão de tendências de mercado. 

Dessa maneira, caso esteja a procura de um sistema ERP para auxiliar na governança de dados na sua organização, a ERPFlex é a solução! Revolucione a gestão de seu negócio e entre em contato com a ERPFlex. 

Esperamos que tenha gostado do conteúdo de hoje! Acesse o blog da ERPFlex para ficar por dentro do mundo corporativo. Até mais! 

Indicadores de Qualidade: quais são e qual a importância para o seu negócio

profissional analisando dados para representar um texto sobre indicadores de qualidade em uma empresa

Para garantir o sucesso de uma empresa, é fundamental monitorar e avaliar o seu desempenho constantemente. É possível colocar isso em prática por meio de ferramentas como os indicadores de qualidade, que fazem toda a diferença em uma gestão empresarial eficiente. Neste texto, trazemos os principais indicadores que você pode utilizar em sua organização, as vantagens de adotá-los e como implementá-los da melhor forma possível. Acompanhe a leitura! 

O que são indicadores de qualidade?

Indicadores de qualidade são instrumentos que avaliam e controlam o nível de excelência dos produtos e serviços de uma empresa. Eles fazem parte dos principais tipos de indicadores de desempenho de processos, conhecidos como Key Performance Indicators (KPIs). 

Basicamente, eles fornecem uma análise mais abrangente do nível de qualidade da empresa, permitindo que os gestores identifiquem o que é essencial nos processos para alcançar os objetivos empresariais.

Qual a importância dos indicadores de qualidade?

Os indicadores de qualidade são essenciais para melhorar o relacionamento com o cliente e valorizar a sua marca, pois visam superar as expectativas dos consumidores.

Eles também auxiliam no controle dos processos empresariais, facilitando a tomada de decisões. Isso porque eles fornecem informações para avaliar a performance dos colaboradores, além de ajudar na identificação de problemas.

Além disso, eles alimentam a melhoria contínua da empresa e de seus processos, permitindo um gerenciamento eficaz para os investimentos. 

Quais são os 7 principais indicadores de qualidade?

Existem vários indicadores de qualidade para avaliar diferentes aspectos de uma organização. A seguir, falaremos sobre os 7 principais deles. Confira!

Indicador de eficiência

Esse indicador tem como foco a produtividade da organização, que está atrelada ao modo como ela utiliza os recursos e o nível em que eles se encontram. Isso inclui mão de obra, insumos, ferramentas e meios de transporte, por exemplo. 

Por meio dele, é possível identificar problemas e averiguar se as ações da empresa geram resultados adequados e compatíveis com seu plano de crescimento. 

A redução de custos é um aspecto destaque nesse indicador, uma vez que a coleta de dados permite propor ações de melhorias que diminuem os custos operacionais. Contudo, isso deve ser feito com cuidado, de forma a não prejudicar o consumidor final. 

Indicador de eficácia

O indicador de eficácia diz respeito aos resultados que são alcançados na empresa e, por isso, analisa a realização de metas.

Para isso, ele apresenta dados como nível de satisfação dos clientes, durabilidade do produto, desempenho dos colaboradores e dos serviços e nível de contribuição para o crescimento do faturamento, por exemplo.

Dessa forma, é possível corrigir erros e pontos de melhoria, além de desenvolver novos projetos alinhados às necessidades dos consumidores. Consequentemente, a relação de confiança que eles possuem com o seu negócio aumenta e o seu faturamento também. 

Indicador de efetividade

A efetividade, por sua vez, é o resultado da soma do indicador de eficiência com o indicador de eficácia. De forma resumida, ele visa avaliar se os objetivos propostos pela empresa são alcançados.

Para averiguar isso, é preciso considerar não apenas os recursos aplicados na empresa, mas também o impacto e a relevância que seus produtos e serviços possuem para os clientes.

Indicador de segurança

A segurança faz referência aos impactos dos produtos e serviços à saúde e à integridade dos clientes. Para isso, ela avalia se a empresa atende às exigências de segurança, certificações e padrões de segurança nacionais e internacionais. 

No caso do uso e gerenciamento de dados, é necessário ter uma política de privacidade que atenda à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e todos os requisitos que envolvem esse processo. 

Indicador de qualidade de satisfação

Como o próprio nome indica, esse indicador revela justamente a qualidade do relacionamento entre a organização e seus clientes. Nesse caso, é fundamental realizar pesquisas de satisfação para entender a opinião deles em relação a um produto ou serviço.

Além de entender a satisfação dos próprios clientes, ele pode ser aplicado à equipe da empresa, por exemplo, para avaliar o clima organizacional. Assim, é possível entender os pontos que precisam de melhoria. 

Indicador de atendimento

Esse indicador considera um fator essencial para entender o desempenho de uma empresa: a opinião dos clientes. Se existem muitas reclamações, por exemplo, é um indício de que algo não está bom. 

Aqui a experiência do cliente é muito importante, antes, durante e depois da venda. Por isso, é preciso acompanhar e avaliar a condução de todo esse processo, de forma a corrigir possíveis erros e conquistar a fidelização dos consumidores.  

Indicador de turnover

Por fim, o  turnover diz respeito à taxa de rotatividade dos funcionários de uma empresa. Basicamente, ele mostra se a empresa consegue reter seus talentos, por isso, uma taxa alta pode indicar que ela não é um bom lugar para trabalhar. 

Isso significa que é muito importante acompanhá-lo para avaliar o clima organizacional, a motivação e a satisfação dos trabalhadores com a organização. 

Vantagens de implementar indicadores de qualidade na empresa

Implementar indicadores de qualidade na empresa é uma forma de garantir que os produtos e serviços entregues aos clientes sejam de alto padrão e atendam às suas expectativas. Além disso, eles trazem outras vantagens para a gestão e o desenvolvimento dos negócios, como:

  • Aumento de competitividade: permitem comparar o desempenho da empresa com o dos concorrentes, de forma a identificar os pontos fortes e fracos de cada um. Assim, é possível criar estratégias para se diferenciar e se posicionar como uma referência em seu nicho de atuação;
  • Melhoria da satisfação dos clientes: os indicadores de qualidade ajudam a entender as necessidades e as expectativas dos clientes e a avaliar se elas estão sendo atendidas. Dessa forma, é possível melhorar a qualidade dos produtos e serviços continuamente;
  • Otimização dos processos internos: eles facilitam o controle e a padronização dos processos da organização, reduzindo os riscos de erros, falhas e retrabalhos; 
  • Melhor uso de recursos: de forma geral, esses indicadores possibilitam eliminar os desperdícios de tempo, recursos e dinheiro, aumentando a produtividade e a eficiência da equipe;
  • Estímulo à inovação e à melhoria contínua: essas ferramentas incentivam a busca por novas soluções e oportunidades de melhoria, tanto nos produtos e serviços quanto nos processos internos. Elas ainda permitem acompanhar as mudanças no mercado e nas preferências dos clientes, de forma que a empresa possa adaptar-se às novas demandas e tendências.

Como implantar os indicadores de qualidade?

Agora que você já sabe o que são os indicadores de qualidade e quais benefícios eles oferecem à uma organização, reunimos algumas dicas para ajudar a aplicá-los da melhor forma no seu negócio. Vamos lá?

Entenda os objetivos do seu negócio

O primeiro passo para aplicar os indicadores de qualidade na sua empresa é entender o que você deseja alcançar e como você vai medir o seu sucesso. Afinal, cada organização é única e o que é considerado sucesso para uma pode não ser para as demais, correto? 

Por isso, é preciso definir os objetivos do seu negócio para escolher os indicadores mais adequados para cada situação de acordo com as especificidades da sua empresa. 

Defina as métricas que você quer analisar

Uma vez que você sabe o que quer alcançar, é possível definir as métricas que você quer analisar. Elas devem ser simples, confiáveis, comparáveis e relevantes para a sua realidade.

Escolher as métricas de forma adequada é muito importante para que a organização consiga atingir os objetivos que ela propôs. Logo, é essencial verificar quais informações serão obtidas de cada métrica em específico. 

Estabeleça a forma de coleta de dados

O modo como os dados serão coletados deve ser escolhido de acordo com o tipo de métrica, o objetivo do indicador, a fonte de dados, o período de análise e a frequência de atualização. 

Ele deve ser simples, confiável, consistente e seguro, assegurando a qualidade dos dados. Além disso, é preciso definir não apenas os responsáveis pelo fornecimento dos números, mas também aqueles que farão a revisão. 

Utilize metas para cada indicador

O próximo passo é estabelecer metas para cada indicador. Nesse estágio, é importante lembrar que as metas menores não se equivalem aos objetivos, mas sim complementam-nos. Isso porque o objetivo seria o final do caminho, enquanto as metas seriam cada um dos pontos percorridos até alcançá-lo. 

Use um sistema de qualidade

Uma dica fundamental é contar com um sistema de qualidade para te ajudar. Com o apoio da tecnologia, você pode definir, monitorar e analisar todos esses indicadores com eficiência e praticidade, aprimorando os processos da sua empresa de acordo com suas necessidades. 

Como o ERPFlex pode te ajudar

Um ERP é um sistema integrado de gestão empresarial, que abrange todas as áreas e funções de uma organização. Isso significa que ele ajuda a integrar, padronizar e automatizar os dados e os processos de uma empresa, facilitando o controle e a análise dos indicadores de qualidade.

O ERPFlex foi criado há 17 anos com o objetivo de revolucionar a gestão empresarial de pequenas e médias empresas, com um software completo para atender as necessidades de diferentes organizações. Desde então, ele oferece praticidade, transparência e eficiência na rotina de mais de 2 mil empresas em todo o Brasil.

Por isso, se quiser implementar os indicadores de qualidade da melhor forma possível na sua empresa, conte conosco! Você pode entrar em contato e iniciar essa transformação hoje mesmo! 

E se você gostou de entender mais sobre os indicadores de qualidade, acesse o nosso blog para acompanhar mais dicas e conhecer melhor o nosso serviço! 

Regime de Caixa: o que é, como funciona, prós e contras

Regime de caixa.

Há várias maneiras de contabilizar as despesas e receitas de uma empresa. E uma dessas maneiras é através do regime de caixa!

Com o objetivo de adotar o reconhecimento e lançamento contábil das receitas e despesas na data em que acontecer o recebimento ou pagamento de determinada transação, esse regime possibilita mais simplista de um negócio. Continue lendo e saiba o que é o regime de caixa, como funciona e suas vantagens. Boa leitura! 

O que é um evento contábil?

Antes de entender melhor o conceito de regime de caixa, precisamos entender o que é um evento contábil. Um evento contábil refere-se a qualquer transação, ocorrência ou circunstância que afeta a situação financeira de uma entidade ou organização. Esses eventos são registrados e documentados por meio da contabilidade, um sistema que organiza, analisa e comunica as atividades financeiras de uma empresa. Alguns exemplos são a compra e venda de bens ou serviços, pagamento de salários, obtenção de empréstimos, entre outros. 

Cada evento contábil é registrado por meio de lançamentos contábeis, que são entradas detalhadas nos livros contábeis da empresa. A análise e interpretação desses eventos contábeis são cruciais para a tomada de decisões, avaliação do desempenho financeiro e cumprimento de obrigações regulatórias. 

O que é o regime de caixa?

Como falamos rapidamente, o regime de caixa é um método contábil que reconhece as transações financeiras no momento em que ocorrem os recebimentos e pagamentos efetivos, independentemente do período em que as transações foram geradas. Isso significa que as receitas são registradas quando o dinheiro é recebido e as despesas quando são efetivamente pagas. 

Nesse sentido, esse regime oferece uma visão imediata da liquidez de uma empresa, uma vez que reflete diretamente os fluxos de entrada e saída de dinheiro. Embora seja uma abordagem simples e direta, o regime de caixa pode não fornecer uma representação precisa do desempenho econômico a longo prazo, pois não considera obrigações futuras ou receitas a serem recebidas. 

Quais empresas podem optar pelo regime de caixa?

O regime de caixa é geralmente mais adequado para pequenas empresas e profissionais autônomos, dada a simplicidade e praticidade desse método contábil. Entretanto, negócios que aderem ao Lucro Presumido e ao Simples Nacional, também podem optar por este regime. 

Como o regime de caixa funciona? 

O regime de caixa funciona a partir do registro de transações financeiras no momento em que os valores são efetivamente recebidos ou pagos. Isso significa que as  receitas são registradas no momento em que o dinheiro é recebido. 

Após isso, é fornecido uma visão imediata do fluxo de caixa, mostrando quanto dinheiro está disponível em um determinado momento. Isso é essencial para a gestão do dia a dia e para garantir que a empresa tenha recursos suficientes para suas operações.

A importância do fluxo de caixa no regime de caixa

Por representar uma ferramenta essencial para o gerenciamento financeiro imediato e a sustentabilidade de uma empresa, o fluxo de caixa é fundamental em um regime de caixa. Com isso, ao registrar as transações no momento em que os valores são efetivamente recebidos ou pagos, o regime de caixa proporciona uma visão direta do fluxo de caixa, indicando a liquidez disponível em determinado momento. 

Além disso, o fluxo de caixa no regime de caixa ajuda a prever e antecipar possíveis desafios financeiros, permitindo uma gestão mais eficaz de recursos e evitando situações de insuficiência de caixa.

Qual a diferença entre regime de caixa e regime de competência?

A principal diferença entre um regime de caixa e um regime de competência é a forma como as transações são registradas. No regime de caixa, as receitas e despesas são reconhecidas no momento em que o dinheiro é efetivamente recebido ou pago. Isso proporciona uma visão imediata do fluxo de caixa e é particularmente útil para pequenas empresas que desejam uma abordagem mais direta e simplificada para o registro contábil. 

Por outro lado, no regime de competência as transações são reconhecidas no momento em que são geradas, independentemente de quando o dinheiro é recebido ou pago. Isso significa que as receitas são registradas quando são conquistadas. Ou seja, o regime de competência oferece uma visão mais abrangente do desempenho financeiro a longo prazo, considerando as atividades operacionais, independentemente dos fluxos de caixa imediatos. Entretanto, deve-se adotar apenas um regime, não sendo possível usar os dois ao mesmo tempo. 

Vantagens do regime de caixa

Você já deve ter percebido que a principal vantagem do regime de caixa é a sua simplicidade. Porém, podemos destacar uma série de vantagens, entre elas:

  • gestão de fluxo de caixa: por fornecer uma visão imediata da entrada e saída de dinheiro, o regime de caixa facilita a gestão diária do fluxo de caixa. 
  • correspondência direta entre receitas e despesas: as receitas e despesas são registradas no momento em que o dinheiro é efetivamente recebido ou pago, o que oferece uma correspondência direta entre as atividades financeiras reais e os registros contábeis.
  • controle de liquidez: ao focar nos fluxos de caixa reais, o regime de caixa oferece um controle efetivo sobre a liquidez da empresa, permitindo que os gestores tomem decisões rápidas com base na disponibilidade de recursos financeiros.
  • evita dificuldades de caixa: ele ajuda a evitar surpresas desagradáveis relacionadas a insuficiência de caixa, uma vez que as transações são registradas quando o dinheiro é efetivamente recebido, fornecendo uma visão precisa dos recursos disponíveis.

Desvantagens do regime de caixa

Apesar de oferecer uma série de vantagens, o regime de caixa também apresenta algumas desvantagens que devem ser consideradas, especialmente em contextos mais amplos e para empresas que buscam uma análise mais abrangente de sua situação financeira. Entre as principais, podemos citar: 

  • limitação na análise de longo prazo: o regime de caixa pode oferecer uma visão imediata, mas não refletir completamente as atividades econômicas da empresa a longo prazo. 
  • dificuldade na avaliação do desempenho real da empresa: o reconhecimento de receitas e despesas apenas no momento do recebimento ou pagamento pode distorcer a avaliação do verdadeiro desempenho econômico da empresa, especialmente quando as transações ocorrem em períodos distintos de sua geração.
  • complexidade para controle fiscal e conformidade: em algumas jurisdições, o regime de caixa pode apresentar desafios relacionados ao controle fiscal e conformidade com as normas contábeis. 
  • não reflete compromissos futuros: o regime de caixa não leva em consideração as obrigações futuras, como contas a pagar, contratos a longo prazo ou receitas a serem recebidas. Isso pode resultar em uma visão distorcida das responsabilidades financeiras da empresa.

Como um ERP ajuda a gerenciar a contabilidade da empresa?

Uma das principais funções de um sistema ERP é integrar dados de várias áreas da empresa, como vendas, compras, estoque e recursos humanos. Isso elimina a necessidade de inserção manual de informações, reduzindo erros e garantindo consistência nos dados contábeis. Isso por si só já mostra como um ERP ajuda a gerenciar a contabilidade de uma empresa, porém há outras vantagens. Continue lendo e saiba quais são!

Segurança

Um sistema ERP bem projetado incorpora medidas robustas de segurança para proteger as informações financeiras sensíveis. Isso inclui o uso de autenticação de usuários, controle de acesso granular e trilhas de auditoria detalhadas que registram todas as atividades relacionadas à contabilidade. 

Dessa forma, essas medidas garantem que apenas usuários autorizados tenham acesso aos dados financeiros, protegendo contra possíveis violações de segurança e preservando a confidencialidade das informações contábeis. A implementação de protocolos de segurança adequados também ajuda a prevenir fraudes, manipulações indevidas e outros tipos de atividades maliciosas que poderiam comprometer a integridade dos registros contábeis.

Produtividade

Os ERPs aumentam a eficiência, permitindo que os profissionais contábeis foquem em atividades mais analíticas e estratégicas. Além disso, a automação reduz significativamente o tempo necessário para concluir tarefas, acelerando processos como conciliação bancária, fechamento de balanços e preparação de declarações fiscais. 

A capacidade do ERP de integrar dados de diferentes áreas da empresa também contribui para a eficiência operacional, evitando a duplicação de esforços e garantindo consistência nas informações contábeis. Com isso, ao agilizar as operações contábeis diárias, os ERPs capacitam as equipes financeiras a serem mais proativas, focando em análises aprofundadas, planejamento estratégico e tomada de decisões embasadas em dados. 

Eficiência

Além de garantir maior segurança e produtividade, um sistema ERP contribui para a eficiência ao automatizar uma série de processos contábeis, reduzindo a necessidade de trabalho manual e minimizando o risco de erros. Com funcionalidades que vão desde a automação da entrada de dados até a geração de relatórios financeiros precisos, os ERPs agilizam consideravelmente as operações contábeis diárias. 

Conheça o ERPFlex

Caso esteja a procura de um sistema ERP para auxiliar na contabilidade de sua empresa, a ERPFlex é a solução!

Somos um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais. Nossa missão é proporcionar uma gestão empresarial eficiente através de uma plataforma intuitiva, acessível e segura.

Por isso, revolucione a gestão do seu negócio e entre em contato com a ERPFlex. E caso tenha gostado do conteúdo de hoje, não deixe de acessar o Blog da ERPFlex para saber mais novidades! 

Plano Mestre de Produção: o que é, como fazer e executar

Plano Mestre de Produção

No mundo dos negócios, a eficiência é a chave para o sucesso. Uma parte essencial da gestão eficiente é o Plano Mestre de Produção (PMP). Neste artigo, vamos explorar o que é o Plano Mestre de Produção, sua importância e os benefícios de tê-lo em vigor.

Se você está buscando maneiras de otimizar sua produção e tomar decisões mais assertivas, continue lendo para descobrir como o PMP pode ser uma ferramenta crucial.

O que é o Plano Mestre de Produção

O Plano Mestre de Produção é um documento estratégico que detalha a produção planejada de uma empresa para um período futuro específico. Nesse sentido, ele funciona como uma bússola para guiar as operações de produção, permitindo que a empresa atenda à demanda de maneira eficaz e eficiente.

Este plano não se limita apenas à produção; ele integra informações de vendas, estoque, recursos disponíveis e prazos de entrega para criar uma visão abrangente do que precisa ser produzido e quando.

Qual a importância de ter um Plano Mestre de Produção

A importância de ter um Plano Mestre de Produção (PMP) em uma empresa é significativa e abrange diversos aspectos. Aqui estão algumas das razões pelas quais o PMP é essencial:

  1. Gestão Eficiente da Produção: O PMP serve como um guia estratégico para a produção. Ele ajuda a empresa a programar e controlar a produção de maneira eficaz, garantindo que os produtos ou serviços sejam entregues no prazo e com a qualidade desejada.
  2. Antecipação de Demandas: O PMP envolve a previsão de demandas futuras com base em dados históricos, tendências de mercado e outros fatores.
  3. Qualidade e Consistência: Um PMP bem planejado ajuda a manter a qualidade e a consistência dos produtos ou serviços, evitando pressões para produzir rapidamente sem comprometer a qualidade.
  4. Competitividade: Ter um PMP eficiente torna a empresa mais competitiva, pois pode atender às demandas do mercado de forma consistente, o que é essencial para ganhar e manter clientes satisfeitos.
  5. Sustentabilidade Financeira: A otimização da produção e a redução de custos contribuem para a sustentabilidade financeira da empresa, ajudando-a a crescer e prosperar a longo prazo.

Os benefícios de ter um Plano Mestre de Produção

O PMP desempenha um papel fundamental no sucesso de uma empresa, independentemente do seu tamanho. Aqui estão alguns dos benefícios de adotar essa estratégia na sua empresa: 

Reduz prejuízos

Um dos principais benefícios do PMP é a capacidade de reduzir prejuízos. Ao planejar com antecedência, uma empresa pode evitar o excesso de estoque ou a falta de produtos. Isso significa menos desperdício, menor custo de armazenamento e uma produção mais eficiente.

Com um PMP, a empresa pode alocar mão de obra, maquinaria e matéria-prima de acordo com a demanda real. Isso impede que os recursos sejam desperdiçados em áreas de produção que não são prioritárias, tornando a empresa mais ágil e adaptável às mudanças nas necessidades do mercado.

Otimiza a produção

Uma das etapas mais críticas no processo de gestão de uma empresa é a otimização da produção. Ter um Plano Mestre de Produção bem elaborado desempenha um papel fundamental nessa otimização. 

O PMP fornece uma visão clara das demandas futuras e dos materiais necessários, permitindo que a empresa aloque recursos de maneira estratégica e minimize os tempos de ociosidade. Isso significa que a produção pode funcionar de maneira contínua e com menor desperdício de tempo e recursos.

Ajuda na tomada de decisões assertivas

Um Plano Mestre de Produção desempenha um papel crucial nesse processo, fornecendo informações e orientações que auxiliam os gestores a tomar decisões informadas e eficazes. 

O PMP é baseado em informações precisas e atualizadas sobre a demanda, estoque, recursos e produção. Isso significa que os gestores têm acesso a dados confiáveis para tomar decisões. 

Eles não precisam confiar apenas em suposições ou estimativas, o que é particularmente valioso em ambientes de negócios altamente dinâmicos.

Entendendo as etapas do plano

Para dominar a arte de criar um Plano Mestre de Produção eficaz, é crucial entender as etapas envolvidas. Aqui, vamos quebrar o processo em três etapas distintas que formam a base do PMP:

Previsão de Demandas

A primeira etapa do PMP envolve a previsão de demandas futuras. É essencial analisar dados, tendências de mercado, feedback dos clientes e outros fatores relevantes para estimar com precisão a demanda por seus produtos ou serviços.

A qualidade da previsão de demandas é fundamental para o sucesso do plano, pois afeta diretamente a capacidade da empresa de atender às necessidades dos clientes.

Planejamento de Materiais

O planejamento de materiais é uma parte crítica do PMP, pois qualquer desequilíbrio pode afetar negativamente a produção.

Uma vez que a demanda futura tenha sido estimada, é hora de planejar os materiais necessários para atender a essa demanda. Logo, envolve a determinação dos recursos necessários, como matérias-primas, mão de obra, equipamentos e qualquer outro elemento essencial para a produção. 

Planejamento de Produção

A terceira etapa envolve o planejamento da produção real com base nas previsões de demanda e nos materiais disponíveis. 

Isso requer a definição de agendas, prazos, alocação de recursos e o monitoramento constante para garantir que tudo esteja ocorrendo conforme o planejado. O objetivo é manter a produção alinhada com a demanda de forma eficiente e eficaz.

O ERPFlex

O ERP é um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais.

No contexto da gestão de produção, o ERPFlex desempenha um papel crucial ao centralizar todas as informações relacionadas ao processo produtivo em um único sistema. 

Através do ERPFlex, você pode simplificar o processo de criação e execução de seu Plano Mestre de Produção, economizar tempo e recursos, e, em última análise, melhorar a eficiência de sua empresa. 

Se você deseja aprimorar sua gestão empresarial, o ERPFlex é uma solução que você deve considerar!

Gestão de Ativos: o que é, quais são os pilares e suas vantagens

pessoas analisando gráficos para representar a gestão de ativos

Uma gestão de ativos eficaz permite que você aumente a produtividade e a eficiência da sua empresa, reduza custos, otimize a manutenção preventiva e preditiva, agregue valor ao seu produto ou serviço e se destaque no mercado. Mas como colocar isso em prática? Neste texto, explicaremos a importância desse processo e como o software da ERPFlex é um forte aliado em sua aplicação, oferecendo uma solução integrada e inteligente para o seu negócio. Continue a leitura! 

O que é um ativo

Um ativo é tudo aquilo que a empresa possui ou que lhe é devido, e que pode gerar benefícios no presente ou no futuro. Os ativos podem ser materiais ou não, dependendo se são palpáveis ou não. 

Os bens materiais que podem ser tocados são chamados de ativos tangíveis, enquanto os ativos intangíveis são aqueles que não possuem forma física e estão relacionados ao aspecto intelectual do negócio.

Alguns exemplos de ativos tangíveis são:

  • equipamentos;
  • máquinas;
  • veículos;
  • estoques. 

Já como exemplos de ativos intangíveis, podemos citar: 

  • os direitos autorais;
  • as marcas;
  • as licenças;
  • o conhecimento;
  • a experiência.

Eles são parte fundamental do patrimônio da sua empresa e devem ser gerenciados de forma eficiente e estratégica. 

O que é Gestão de Ativos

A gestão de ativos é o processo de planejar, adquirir, manter e eliminar os ativos de uma empresa, considerando os seus custos, riscos e benefícios. Já a gestão de ativos de TI é uma parte específica dela que envolve os elementos de software e hardware que são usados em um negócio.

Por isso, a gestão de ativos envolve todas as fases do ciclo de vida dos ativos, desde a deliberação sobre a necessidade de investimento, passando por sua aquisição, manutenção e eliminação. 

Dessa forma, é possível utilizá-los para agregar valor e alcançar os objetivos almejados pela empresa. Ela também ajuda na adequação aos procedimentos e às normas técnicas de acordo com a padronização nacional e internacional, como a Norma ISO 55000.

Esse processo abrange uma série de atividades, como:

  • Definição de objetivos e estratégias da gestão de ativos;
  • Identificação e classificação dos ativos existentes e os necessários;
  • Avaliação do desempenho, do valor e do ciclo de vida dos ativos;
  • Estabelecimento de critérios para a aquisição, a manutenção e a eliminação dos ativos;
  • Monitoramento e controle dos ativos e seus custos;
  • Controle os riscos;
  • Cumprimento de legislações e normas técnicas;
  • Revisão e melhoria contínua do processo.

Por que é importante fazer uma gestão de ativos

Agora que você já sabe o que é uma gestão de ativos, reunimos os principais aspectos que destacam a sua importância para a sua organização. Confira! 

Redução de custos

Em primeiro lugar, é importante entender que os ativos das empresas envolvem custos tanto na sua compra quanto na sua conservação. Por isso, é preciso investir em um gerenciamento adequado, para reduzir os custos relacionados com a sua aquisição e com a sua preservação.

As manutenções realizadas após o surgimento de um problema, por exemplo, são mais caras por serem urgentes e, assim, impactam o orçamento. Porém, ao realizar uma gestão de ativos eficaz, eles duram mais, funcionam melhor e são mais úteis para o negócio, gerando mais economia e estabilidade financeira.

Aumento de produtividade

Alguns dos principais fatores que prejudicam a produtividade das empresas são as interrupções não planejadas, a falta de atividade da equipe, o uso incorreto ou a ausência de manutenções e inspeções nos equipamentos. Além disso, o nível de produção e a qualidade da entrega final são reduzidos pelo uso de ativos antigos e inadequados. 

O gerenciamento ajuda a solucionar todos esses problemas, pois cria rotinas de manutenção com paradas estratégicas de ativos, capacita os funcionários para a operação dos maquinários e garante as boas condições de funcionamento dos equipamentos. Assim, ela aumenta a produtividade da equipe, a eficiência e o custo disponível.

Otimização de orçamento

Uma vez que a empresa entende melhor sua necessidade de ativos e seu tempo de uso, é possível planejar um orçamento mais preciso e adequado à sua realidade, incluindo previsão de compras e agilização da aprovação orçamentária.

A gestão possibilita uma visão mais ampla e um melhor acompanhamento do negócio. Dessa forma, a organização pode tomar decisões mais assertivas sobre o orçamento, utilizando os recursos com inteligência, coerência e sem desperdícios.

Conhecimento sobre o valor da empresa

Conhecer o verdadeiro valor da organização possibilita a atração de maiores investidores, trazendo vantagem competitiva, satisfazendo clientes e consolidando a imagem do negócio no mercado. 

Além de promover todas essas vantagens, a gestão de ativos ajuda a empresa a manter as finanças em ordem, sem desperdícios e com maior consciência da realização adequada dos processos e atividades.

Mais facilidade da dedução de impostos

Por fim, um gerenciamento eficiente permite que as empresas que possuem ativos aproveitem as vantagens fiscais que a legislação oferece. Isso porque é possível deduzir os custos de depreciação dos ativos do seu lucro tributável. 

A depreciação é a perda de valor dos ativos ao longo do tempo, por causa do uso, do desgaste ou da obsolescência. Ao calcular a depreciação dos seus ativos, você pode reduzir o seu lucro tributável e, consequentemente, o valor do imposto a pagar.

A empresa também pode aproveitar os créditos de PIS e COFINS sobre os ativos adquiridos para o seu negócio. Eles são calculados sobre o valor dos ativos e podem ser usados para abater o valor desses tributos.

Os quatro pilares da gestão de ativos

Para permitir que as empresas alcancem objetivos como a otimização do uso e da conservação de seus recursos, a gestão de ativos é formada por 4 pilares essenciais que caracterizam as ações de cada etapa de implementação. A seguir, falaremos sobre cada um deles: 

Planejamento

O planejamento é o primeiro pilar da gestão de ativos. Ele diz respeito à definição de objetivos, estratégias, indicadores e ações para o processo de gerenciamento, que devem estar adequados à missão, à visão e aos valores da organização.

Nessa fase a empresa pode:

  • Conhecer seus ativos, suas características, suas condições e seus custos;
  • Identificar suas necessidades e oportunidades de melhoria;
  • Estabelecer metas, prazos e responsáveis para a gestão de ativos;
  • Escolher as melhores soluções, ferramentas e metodologias para uma gestão eficiente;
  • Elaborar um plano de ação, com as atividades, os recursos e os riscos envolvidos.

Execução

A execução faz referência ao estágio de realizar ações planejadas, de acordo com as normas, padrões e boas práticas para um gerenciamento eficaz. Assim, é possível garantir a qualidade e a segurança dos processos. 

Esse pilar inclui as seguintes ações:

  • Aquisição: adquirir os ativos necessários para o seu negócio, levando em conta os critérios de qualidade, custo, prazo e sustentabilidade; 
  • Operação: utilizar os ativos de forma correta, seguindo as orientações, os processos e as recomendações dos fabricantes e dos fornecedores; 
  • Manutenção: manter os ativos em boas condições de funcionamento, realizando as atividades de limpeza, lubrificação, ajuste, conserto, troca e calibração; 
  • Descarte: descartar os ativos que não são mais úteis, obsoletos ou danificados, seguindo as normas ambientais e legais.

Indicadores

O terceiro pilar consiste em acompanhar o desempenho, a condição e o valor dos ativos da empresa, por meio das ferramentas e métodos adequados para coletar, analisar e comunicar os dados. 

Essa etapa permite que a empresa:

  • Monitore o estado e a performance dos seus ativos, identificando possíveis falhas ou desgastes;
  • Avalie o retorno sobre o investimento (ROI), comparando os benefícios gerados com os custos envolvidos;
  • Avalie o nível de serviço e de satisfação dos seus clientes, de forma a verificar se os ativos atendem às expectativas e às necessidades do mercado;
  • Acompanhe o cumprimento das metas, dos prazos e dos padrões de qualidade, segurança e sustentabilidade da gestão de ativos.

Aprimoramento

O último pilar desse processo faz referência à análise de resultados, identificação de oportunidades de melhoria, implementação de ações corretivas e preventivas e a revisão do planejamento. 

Por meio dele, é possível:

  • Corrigir erros, falhas e irregularidades que podem comprometer a qualidade e a eficiência dos ativos;
  • Prevenir riscos e desperdícios que podem afetar o desempenho e o valor dos ativos;
  • Melhorar as etapas, as práticas e as ferramentas utilizadas ao longo do processo, tornando-o inovador e eficaz;
  • Adaptar o planejamento e a gestão de ativos às mudanças internas e externas, de acordo com as novas demandas e oportunidades do mercado. 

O ERPFlex

Se você chegou até aqui, percebeu que a gestão de ativos envolve uma série de etapas para impactar positivamente a empresa. Por isso, contar com o auxílio da tecnologia é uma excelente alternativa para garantir o cumprimento de todas elas e, enfim, melhorar a eficiência do negócio. 

Por meio de um ERP, é possível acessar os dados de uma empresa de forma integrada e segura, além de gerenciar as atividades e os processos da empresa de forma eficaz. Por isso, ele permite que a empresa planeje, monitore e execute as ações relacionadas aos seus ativos. 

A ERPFlex é uma empresa que atua há 17 anos no mercado, trazendo soluções inovadoras para transformar a gestão empresarial de diversas organizações do país. Contamos com uma plataforma intuitiva e segura, além de profissionais qualificados para oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades da sua empresa. 

Por isso, se quiser gerenciar os ativos da sua organização da melhor forma possível, somos a parceira ideal. Converse já conosco e inicie uma nova jornada para uma gestão empresarial eficiente! 

E se você gostou de entender mais sobre a gestão de ativos, não deixe de conferir os demais conteúdos do nosso blog