Plano Mestre de Produção: o que é, como fazer e executar

Plano Mestre de Produção

No mundo dos negócios, a eficiência é a chave para o sucesso. Uma parte essencial da gestão eficiente é o Plano Mestre de Produção (PMP). Neste artigo, vamos explorar o que é o Plano Mestre de Produção, sua importância e os benefícios de tê-lo em vigor.

Se você está buscando maneiras de otimizar sua produção e tomar decisões mais assertivas, continue lendo para descobrir como o PMP pode ser uma ferramenta crucial.

O que é o Plano Mestre de Produção

O Plano Mestre de Produção é um documento estratégico que detalha a produção planejada de uma empresa para um período futuro específico. Nesse sentido, ele funciona como uma bússola para guiar as operações de produção, permitindo que a empresa atenda à demanda de maneira eficaz e eficiente.

Este plano não se limita apenas à produção; ele integra informações de vendas, estoque, recursos disponíveis e prazos de entrega para criar uma visão abrangente do que precisa ser produzido e quando.

Qual a importância de ter um Plano Mestre de Produção

A importância de ter um Plano Mestre de Produção (PMP) em uma empresa é significativa e abrange diversos aspectos. Aqui estão algumas das razões pelas quais o PMP é essencial:

  1. Gestão Eficiente da Produção: O PMP serve como um guia estratégico para a produção. Ele ajuda a empresa a programar e controlar a produção de maneira eficaz, garantindo que os produtos ou serviços sejam entregues no prazo e com a qualidade desejada.
  2. Antecipação de Demandas: O PMP envolve a previsão de demandas futuras com base em dados históricos, tendências de mercado e outros fatores.
  3. Qualidade e Consistência: Um PMP bem planejado ajuda a manter a qualidade e a consistência dos produtos ou serviços, evitando pressões para produzir rapidamente sem comprometer a qualidade.
  4. Competitividade: Ter um PMP eficiente torna a empresa mais competitiva, pois pode atender às demandas do mercado de forma consistente, o que é essencial para ganhar e manter clientes satisfeitos.
  5. Sustentabilidade Financeira: A otimização da produção e a redução de custos contribuem para a sustentabilidade financeira da empresa, ajudando-a a crescer e prosperar a longo prazo.

Os benefícios de ter um Plano Mestre de Produção

O PMP desempenha um papel fundamental no sucesso de uma empresa, independentemente do seu tamanho. Aqui estão alguns dos benefícios de adotar essa estratégia na sua empresa: 

Reduz prejuízos

Um dos principais benefícios do PMP é a capacidade de reduzir prejuízos. Ao planejar com antecedência, uma empresa pode evitar o excesso de estoque ou a falta de produtos. Isso significa menos desperdício, menor custo de armazenamento e uma produção mais eficiente.

Com um PMP, a empresa pode alocar mão de obra, maquinaria e matéria-prima de acordo com a demanda real. Isso impede que os recursos sejam desperdiçados em áreas de produção que não são prioritárias, tornando a empresa mais ágil e adaptável às mudanças nas necessidades do mercado.

Otimiza a produção

Uma das etapas mais críticas no processo de gestão de uma empresa é a otimização da produção. Ter um Plano Mestre de Produção bem elaborado desempenha um papel fundamental nessa otimização. 

O PMP fornece uma visão clara das demandas futuras e dos materiais necessários, permitindo que a empresa aloque recursos de maneira estratégica e minimize os tempos de ociosidade. Isso significa que a produção pode funcionar de maneira contínua e com menor desperdício de tempo e recursos.

Ajuda na tomada de decisões assertivas

Um Plano Mestre de Produção desempenha um papel crucial nesse processo, fornecendo informações e orientações que auxiliam os gestores a tomar decisões informadas e eficazes. 

O PMP é baseado em informações precisas e atualizadas sobre a demanda, estoque, recursos e produção. Isso significa que os gestores têm acesso a dados confiáveis para tomar decisões. 

Eles não precisam confiar apenas em suposições ou estimativas, o que é particularmente valioso em ambientes de negócios altamente dinâmicos.

Entendendo as etapas do plano

Para dominar a arte de criar um Plano Mestre de Produção eficaz, é crucial entender as etapas envolvidas. Aqui, vamos quebrar o processo em três etapas distintas que formam a base do PMP:

Previsão de Demandas

A primeira etapa do PMP envolve a previsão de demandas futuras. É essencial analisar dados, tendências de mercado, feedback dos clientes e outros fatores relevantes para estimar com precisão a demanda por seus produtos ou serviços.

A qualidade da previsão de demandas é fundamental para o sucesso do plano, pois afeta diretamente a capacidade da empresa de atender às necessidades dos clientes.

Planejamento de Materiais

O planejamento de materiais é uma parte crítica do PMP, pois qualquer desequilíbrio pode afetar negativamente a produção.

Uma vez que a demanda futura tenha sido estimada, é hora de planejar os materiais necessários para atender a essa demanda. Logo, envolve a determinação dos recursos necessários, como matérias-primas, mão de obra, equipamentos e qualquer outro elemento essencial para a produção. 

Planejamento de Produção

A terceira etapa envolve o planejamento da produção real com base nas previsões de demanda e nos materiais disponíveis. 

Isso requer a definição de agendas, prazos, alocação de recursos e o monitoramento constante para garantir que tudo esteja ocorrendo conforme o planejado. O objetivo é manter a produção alinhada com a demanda de forma eficiente e eficaz.

O ERPFlex

O ERP é um software que integra e automatiza processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais.

No contexto da gestão de produção, o ERPFlex desempenha um papel crucial ao centralizar todas as informações relacionadas ao processo produtivo em um único sistema. 

Através do ERPFlex, você pode simplificar o processo de criação e execução de seu Plano Mestre de Produção, economizar tempo e recursos, e, em última análise, melhorar a eficiência de sua empresa. 

Se você deseja aprimorar sua gestão empresarial, o ERPFlex é uma solução que você deve considerar!

Gestão de Ativos: o que é, quais são os pilares e suas vantagens

pessoas analisando gráficos para representar a gestão de ativos

Uma gestão de ativos eficaz permite que você aumente a produtividade e a eficiência da sua empresa, reduza custos, otimize a manutenção preventiva e preditiva, agregue valor ao seu produto ou serviço e se destaque no mercado. Mas como colocar isso em prática? Neste texto, explicaremos a importância desse processo e como o software da ERPFlex é um forte aliado em sua aplicação, oferecendo uma solução integrada e inteligente para o seu negócio. Continue a leitura! 

O que é um ativo

Um ativo é tudo aquilo que a empresa possui ou que lhe é devido, e que pode gerar benefícios no presente ou no futuro. Os ativos podem ser materiais ou não, dependendo se são palpáveis ou não. 

Os bens materiais que podem ser tocados são chamados de ativos tangíveis, enquanto os ativos intangíveis são aqueles que não possuem forma física e estão relacionados ao aspecto intelectual do negócio.

Alguns exemplos de ativos tangíveis são:

  • equipamentos;
  • máquinas;
  • veículos;
  • estoques. 

Já como exemplos de ativos intangíveis, podemos citar: 

  • os direitos autorais;
  • as marcas;
  • as licenças;
  • o conhecimento;
  • a experiência.

Eles são parte fundamental do patrimônio da sua empresa e devem ser gerenciados de forma eficiente e estratégica. 

O que é Gestão de Ativos

A gestão de ativos é o processo de planejar, adquirir, manter e eliminar os ativos de uma empresa, considerando os seus custos, riscos e benefícios. Já a gestão de ativos de TI é uma parte específica dela que envolve os elementos de software e hardware que são usados em um negócio.

Por isso, a gestão de ativos envolve todas as fases do ciclo de vida dos ativos, desde a deliberação sobre a necessidade de investimento, passando por sua aquisição, manutenção e eliminação. 

Dessa forma, é possível utilizá-los para agregar valor e alcançar os objetivos almejados pela empresa. Ela também ajuda na adequação aos procedimentos e às normas técnicas de acordo com a padronização nacional e internacional, como a Norma ISO 55000.

Esse processo abrange uma série de atividades, como:

  • Definição de objetivos e estratégias da gestão de ativos;
  • Identificação e classificação dos ativos existentes e os necessários;
  • Avaliação do desempenho, do valor e do ciclo de vida dos ativos;
  • Estabelecimento de critérios para a aquisição, a manutenção e a eliminação dos ativos;
  • Monitoramento e controle dos ativos e seus custos;
  • Controle os riscos;
  • Cumprimento de legislações e normas técnicas;
  • Revisão e melhoria contínua do processo.

Por que é importante fazer uma gestão de ativos

Agora que você já sabe o que é uma gestão de ativos, reunimos os principais aspectos que destacam a sua importância para a sua organização. Confira! 

Redução de custos

Em primeiro lugar, é importante entender que os ativos das empresas envolvem custos tanto na sua compra quanto na sua conservação. Por isso, é preciso investir em um gerenciamento adequado, para reduzir os custos relacionados com a sua aquisição e com a sua preservação.

As manutenções realizadas após o surgimento de um problema, por exemplo, são mais caras por serem urgentes e, assim, impactam o orçamento. Porém, ao realizar uma gestão de ativos eficaz, eles duram mais, funcionam melhor e são mais úteis para o negócio, gerando mais economia e estabilidade financeira.

Aumento de produtividade

Alguns dos principais fatores que prejudicam a produtividade das empresas são as interrupções não planejadas, a falta de atividade da equipe, o uso incorreto ou a ausência de manutenções e inspeções nos equipamentos. Além disso, o nível de produção e a qualidade da entrega final são reduzidos pelo uso de ativos antigos e inadequados. 

O gerenciamento ajuda a solucionar todos esses problemas, pois cria rotinas de manutenção com paradas estratégicas de ativos, capacita os funcionários para a operação dos maquinários e garante as boas condições de funcionamento dos equipamentos. Assim, ela aumenta a produtividade da equipe, a eficiência e o custo disponível.

Otimização de orçamento

Uma vez que a empresa entende melhor sua necessidade de ativos e seu tempo de uso, é possível planejar um orçamento mais preciso e adequado à sua realidade, incluindo previsão de compras e agilização da aprovação orçamentária.

A gestão possibilita uma visão mais ampla e um melhor acompanhamento do negócio. Dessa forma, a organização pode tomar decisões mais assertivas sobre o orçamento, utilizando os recursos com inteligência, coerência e sem desperdícios.

Conhecimento sobre o valor da empresa

Conhecer o verdadeiro valor da organização possibilita a atração de maiores investidores, trazendo vantagem competitiva, satisfazendo clientes e consolidando a imagem do negócio no mercado. 

Além de promover todas essas vantagens, a gestão de ativos ajuda a empresa a manter as finanças em ordem, sem desperdícios e com maior consciência da realização adequada dos processos e atividades.

Mais facilidade da dedução de impostos

Por fim, um gerenciamento eficiente permite que as empresas que possuem ativos aproveitem as vantagens fiscais que a legislação oferece. Isso porque é possível deduzir os custos de depreciação dos ativos do seu lucro tributável. 

A depreciação é a perda de valor dos ativos ao longo do tempo, por causa do uso, do desgaste ou da obsolescência. Ao calcular a depreciação dos seus ativos, você pode reduzir o seu lucro tributável e, consequentemente, o valor do imposto a pagar.

A empresa também pode aproveitar os créditos de PIS e COFINS sobre os ativos adquiridos para o seu negócio. Eles são calculados sobre o valor dos ativos e podem ser usados para abater o valor desses tributos.

Os quatro pilares da gestão de ativos

Para permitir que as empresas alcancem objetivos como a otimização do uso e da conservação de seus recursos, a gestão de ativos é formada por 4 pilares essenciais que caracterizam as ações de cada etapa de implementação. A seguir, falaremos sobre cada um deles: 

Planejamento

O planejamento é o primeiro pilar da gestão de ativos. Ele diz respeito à definição de objetivos, estratégias, indicadores e ações para o processo de gerenciamento, que devem estar adequados à missão, à visão e aos valores da organização.

Nessa fase a empresa pode:

  • Conhecer seus ativos, suas características, suas condições e seus custos;
  • Identificar suas necessidades e oportunidades de melhoria;
  • Estabelecer metas, prazos e responsáveis para a gestão de ativos;
  • Escolher as melhores soluções, ferramentas e metodologias para uma gestão eficiente;
  • Elaborar um plano de ação, com as atividades, os recursos e os riscos envolvidos.

Execução

A execução faz referência ao estágio de realizar ações planejadas, de acordo com as normas, padrões e boas práticas para um gerenciamento eficaz. Assim, é possível garantir a qualidade e a segurança dos processos. 

Esse pilar inclui as seguintes ações:

  • Aquisição: adquirir os ativos necessários para o seu negócio, levando em conta os critérios de qualidade, custo, prazo e sustentabilidade; 
  • Operação: utilizar os ativos de forma correta, seguindo as orientações, os processos e as recomendações dos fabricantes e dos fornecedores; 
  • Manutenção: manter os ativos em boas condições de funcionamento, realizando as atividades de limpeza, lubrificação, ajuste, conserto, troca e calibração; 
  • Descarte: descartar os ativos que não são mais úteis, obsoletos ou danificados, seguindo as normas ambientais e legais.

Indicadores

O terceiro pilar consiste em acompanhar o desempenho, a condição e o valor dos ativos da empresa, por meio das ferramentas e métodos adequados para coletar, analisar e comunicar os dados. 

Essa etapa permite que a empresa:

  • Monitore o estado e a performance dos seus ativos, identificando possíveis falhas ou desgastes;
  • Avalie o retorno sobre o investimento (ROI), comparando os benefícios gerados com os custos envolvidos;
  • Avalie o nível de serviço e de satisfação dos seus clientes, de forma a verificar se os ativos atendem às expectativas e às necessidades do mercado;
  • Acompanhe o cumprimento das metas, dos prazos e dos padrões de qualidade, segurança e sustentabilidade da gestão de ativos.

Aprimoramento

O último pilar desse processo faz referência à análise de resultados, identificação de oportunidades de melhoria, implementação de ações corretivas e preventivas e a revisão do planejamento. 

Por meio dele, é possível:

  • Corrigir erros, falhas e irregularidades que podem comprometer a qualidade e a eficiência dos ativos;
  • Prevenir riscos e desperdícios que podem afetar o desempenho e o valor dos ativos;
  • Melhorar as etapas, as práticas e as ferramentas utilizadas ao longo do processo, tornando-o inovador e eficaz;
  • Adaptar o planejamento e a gestão de ativos às mudanças internas e externas, de acordo com as novas demandas e oportunidades do mercado. 

O ERPFlex

Se você chegou até aqui, percebeu que a gestão de ativos envolve uma série de etapas para impactar positivamente a empresa. Por isso, contar com o auxílio da tecnologia é uma excelente alternativa para garantir o cumprimento de todas elas e, enfim, melhorar a eficiência do negócio. 

Por meio de um ERP, é possível acessar os dados de uma empresa de forma integrada e segura, além de gerenciar as atividades e os processos da empresa de forma eficaz. Por isso, ele permite que a empresa planeje, monitore e execute as ações relacionadas aos seus ativos. 

A ERPFlex é uma empresa que atua há 17 anos no mercado, trazendo soluções inovadoras para transformar a gestão empresarial de diversas organizações do país. Contamos com uma plataforma intuitiva e segura, além de profissionais qualificados para oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades da sua empresa. 

Por isso, se quiser gerenciar os ativos da sua organização da melhor forma possível, somos a parceira ideal. Converse já conosco e inicie uma nova jornada para uma gestão empresarial eficiente! 

E se você gostou de entender mais sobre a gestão de ativos, não deixe de conferir os demais conteúdos do nosso blog

Matriz RACI: o que é, para que serve e como montar

equipe em reunião, representando a atribuição de responsabilidades da matriz raci

Estar em dia com as metodologias de gestão é muito importante para manter a alta performance do seu negócio. E essas estratégias não dizem respeito apenas à resolução de algum problema específico ou à formulação de objetivos para as empresas, mas também ao modo como as responsabilidades dos colaboradores são distribuídas. Esse é o princípio da matriz RACI, ferramenta essencial para gerenciar as atividades diárias da organização. Para entender mais sobre seu funcionamento e como aplicá-la, continue a leitura! 

O que é a Matriz RACI?

A Matriz RACI é uma ferramenta que tem como objetivo auxiliar a visualização de tarefas para a execução de um projeto, de forma a clarificar as atribuições da equipe e otimizar cada etapa até a sua conclusão.

Ela pode ser utilizada por empresas de diversos segmentos, principalmente por conter um componente visual, já que mostra as responsabilidades atribuídas por meio de um sistema gráfico. 

Assim, ela permite que a equipe do projeto e os demais envolvidos saibam quem é responsável por cada atividade e o que cada um deve fazer, de forma  fácil e objetiva. 

Quais são os papéis da Matriz RACI?

Para que a rotina de atividades de uma empresa seja realizada da melhor forma possível, a Matriz RACI estabelece quatro principais papéis que devem ser desempenhados. Conheça cada um deles a seguir: 

Responsible (Responsável)

A letra R diz respeito ao Responsável, profissional com o conhecimento exigido para realizar uma tarefa e por isso possui a responsabilidade sobre ela. 

Ele deve entregar as demandas que recebeu com ou sem assistência de outros membros da equipe. Nesse caso, é importante ressaltar que o responsável é o principal executor da demanda, enquanto os demais cuidam de aspectos menores no processo.

Quando a tarefa é finalizada, ela deve ser encaminhada para um Aprovador.

Accountable (Aprovador) 

Como já adiantamos, o Aprovador é a pessoa que recebe a demanda finalizada pelo Responsável. 

Ele precisa avaliar se o resultado está satisfatório e autorizar a equipe a seguir com o projeto. Por isso, geralmente essa pessoa é coordenadora, gerente ou diretora de departamento. 

É importante que cada projeto tenha apenas um aprovador, mas isso não impede que ele tenha outros papéis em outras atividades. 

Consulted (Consultado)

O Consultado é um especialista que domina a área da tarefa definida e pode dar todo o suporte necessário ao Responsável para que a tarefa seja executada da melhor forma possível. 

Ainda que o Responsável seja a pessoa mais apta para realizar uma tarefa, é comum precisar de orientações específicas ou auxílios com questões pontuais da área de conhecimento de um expert.

Informed (Informado)

Essa função é para pessoas que, mesmo sem ter participação direta na rotina ou projeto, precisam ser informadas sobre seu progresso. Essa comunicação pode ser feita de várias formas, até mesmo por meio de mensagens automáticas.

Às vezes, colegas de outros departamentos podem cumprir essa função de forma satisfatória. Também é possível que clientes e outros interessados também o façam.

Qual o foco da Matriz RACI?

A Matriz RACI visa comunicar e oficializar o papel dos indivíduos em um projeto ou rotina. Ela evita problemas de comunicação, pois mostra quem é responsável, aprovador, consultado e informado de cada tarefa.

Isso pode até parecer simples, mas quando as organizações não definem bem esses papéis, costumam surgir problemas de desenvolvimento e execução de cada tarefa.

Por exemplo, um funcionário novo, provavelmente terá dúvidas sobre quem pedir ajuda caso tenha alguma dúvida técnica, quem irá aprovar a primeira entrega dele e quem será impactado pela sua tarefa.

Essa estratégia facilita esse entendimento, garantindo o desenvolvimento e a implementação de ideias e tarefas.

Regras da Matriz RACI

A Matriz RACI é uma metodologia extremamente prática, mas exige a exposição de informações de forma simples e objetiva para garantir sua eficácia. Por isso, ela é baseada em 4 fundamentos para que seja desenvolvida de forma adequada. Suas regras são:

  • Toda atividade deve ter pelo menos um responsável;
  • Cada tarefa deve ter apenas um aprovador;
  • Uma demanda pode ter vários ou nenhum consultados e informados, dependendo do interesse da matriz em ser apenas interno ou não;
  • O responsável pode ser também o autorizador da sua tarefa.

Benefícios desse método

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a Matriz RACI e como ela funciona, separamos as principais vantagens dela para a sua empresa. Confira! 

Melhora a comunicação na empresa

Primeiramente, como já citamos nos tópicos anteriores, essa estratégia melhora a interação entre a equipe envolvida em um projeto, uma vez que ela entende com clareza o envolvimento de cada um e sua função. Assim, é possível reduzir ruídos e erros na comunicação, tornando todo o processo mais eficiente.

Transparência nos processos

Outro aspecto relevante é que essa metodologia fornece uma visão mais ampla dos projetos. É comum que empresas que utilizam modelos antigos de gestão pensem que os funcionários apenas precisam saber de assuntos ligados à sua própria função.

Contudo, existem casos em que é preciso informar colegas de outros times ou departamentos, por exemplo, para liberar recursos para a próxima etapa do projeto. Dessa forma, ele permite avançar nos processos com mais eficácia. 

Aumenta a colaboração entre a equipe

Além disso, nessa abordagem os colaboradores tendem a cooperar entre si, uma vez que possuem expectativas claras sobre o trabalho e perdem a necessidade de competir.

Isso ocorre principalmente pois não há a necessidade de realizar tarefas que estão fora do seu escopo de atuação. Por isso, é mais fácil encontrar oportunidades de colaboração. 

Diminui a sobrecarga de trabalho

Finalmente, como existe uma definição de responsabilidades para cada um, essa abordagem ajuda a diminuir a sobrecarga de trabalho, evitando que um funcionário assuma todo o desenvolvimento de um projeto, por exemplo. 

E como cada um sabe o que fazer, também há maior liberdade para cumprir suas tarefas de forma autônoma, isto é, sem intervenções. 

Por isso, ela estimula a distribuição de tarefas e permite que qualquer pessoa da equipe saiba a quem procurar para saber do andamento de uma fase do projeto.

Como aplicar Matriz RACI?

Com todas essas informações importantes sobre a Matriz RACI, nada mais justo do que entender como aplicá-la da melhor forma possível no seu negócio, não é? Vamos lá! 

Defina os objetivos e as atividades do projeto

O primeiro passo para aplicar essa metodologia é determinar os objetivos do projeto de forma clara. Também é preciso entender quais atividades são necessárias para alcançar os resultados esperados, por isso, elas devem ser desdobradas a partir dos objetivos definidos.

Dessa forma, é possível visualizar o escopo do projeto com maior facilidade, entendendo ainda seu tempo e custo. 

Especifique as metas

É comum pensar que objetivo e meta são iguais, mas eles dizem respeito a aspectos totalmente diferentes. Isso porque o objetivo faz referência ao que você pretende alcançar, ao passo que a meta diz respeito às tarefas específicas que vão te levar a esse resultado. 

Por isso, uma vez que seu objetivo foi definido, você pode subdividi-lo em tarefas menores, facilitando o alcance do seu propósito. 

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Determine a equipe responsável

Em seguida, é muito importante definir a equipe do projeto. Isso inclui identificar as pessoas que irão realizar as atividades e quais são as suas qualificações, capacidades e experiências. A equipe deve ser formada por profissionais competentes, engajados e motivados pelo projeto.

Indique as funções de cada um 

Os profissionais também devem saber qual é o seu papel, as suas atribuições e as suas metas. Por isso, é fundamental apontar de forma clara a função de cada um deles.  

Não se esqueça de levar as regras da matriz em consideração e garantir que cada atividade tenha ao menos um responsável. 

Revise a matriz com os participantes

Outra etapa crucial é a revisão da matriz com a equipe, para garantir que ela esteja alinhada com as expectativas dos participantes. Ao apresentá-la para eles e pedir um retorno, é possível verificar a existência de algum conflito, inconsistência ou dúvida em relação às responsabilidades de cada um.

Dessa forma, é possível garantir que os envolvidos sintam-se confortáveis com suas atribuições e prazos, além de ser uma oportunidade para reforçar os objetivos, metas e vantagens do processo, motivando a equipe. 

Utilize a tecnologia como apoio

Por fim, uma dica essencial é utilizar a tecnologia para facilitar o seu trabalho e melhorar o  seu desempenho. Um ERP ou sistema de gestão integrada, por exemplo, pode ajudar a criar, editar e compartilhar a sua matriz com seus funcionários de forma eficaz.

Além disso, é possível obter diversos dados sobre os seus processos e acompanhar as métricas relevantes para o seu projeto, de forma a obter resultados finais e aprimorá-lo, se necessário. 

A ERPFlex atua desde 2006 para revolucionar a gestão empresarial de empresas de diferentes portes e objetivos. Atendemos mais de 2 mil empresas em todo o Brasil, com uma plataforma intuitiva, acessível e segura. 

Se quiser contar com o nosso software para melhorar a gestão dentro da sua empresa, somos a parceria ideal! Além de comprometimento, transparência e um preço justo, oferecemos soluções personalizadas de acordo com as suas necessidades. Por isso, basta entrar em contato conosco para começar a adquirir resultados surpreendentes! 

E se você gostou de entender mais sobre a Matriz RACI, não deixe de acompanhar o nosso blog para mais dicas de gestão! 

OKR: o que é, exemplos e como implementar na sua empresa

OKR

No mundo empresarial em constante evolução, é fundamental adotar estratégias eficazes de gestão para impulsionar o crescimento e a produtividade. Uma dessas estratégias é o OKR, que tem ganhado destaque nos últimos anos como um método eficaz para definir e alcançar metas. 

Neste artigo, exploraremos o que é o OKR, como ele funciona e como você pode implementá-lo com sucesso em sua pequena ou média empresa.

O que é o método OKR?

O OKR, que significa “Objectives and Key Results” (Objetivos e Resultados-chave), é uma abordagem de gestão que surgiu no Vale do Silício e foi popularizada por empresas como Google e Intel. O objetivo principal do OKR é alinhar a equipe em torno de metas claras e mensuráveis, criando um ambiente de trabalho focado em resultados.

No OKR, os “Objetivos” representam as metas que a empresa deseja alcançar. Esses objetivos devem ser ambiciosos, inspiradores e específicos. 

Em seguida, os “Resultados-chave” são métricas específicas e mensuráveis que indicam o progresso em direção aos objetivos. Cada objetivo deve ter vários resultados-chave associados a ele.

Como o OKR funciona? 

A implementação do OKR envolve alguns passos cruciais:

Objectives (Objetivos)

Os objetivos no OKR devem ser:

  • Ambiciosos: Eles devem desafiar a equipe a buscar resultados extraordinários.
  • Mensuráveis: Deve ser possível quantificar o progresso e o sucesso.
  • Alinhados: Os objetivos devem estar alinhados com a missão e visão da empresa.
  • Temporais: Deve haver um prazo para a conclusão dos objetivos.

Exemplos de objetivos no OKR podem incluir “Aumentar a receita em 20% no próximo trimestre” ou “Melhorar a satisfação do cliente em 15% até o final do ano.”

Key Results (Resultados-chave)

Os resultados-chave são métricas específicas que indicam o progresso em direção aos objetivos. Eles devem ser:

  • Mensuráveis: Você deve poder quantificar seu progresso.
  • Realistas: Os resultados-chave devem ser alcançáveis, mas desafiadores.
  • Temporais: Deve haver um prazo para alcançar esses resultados.

Na prática, os resultados-chave relacionados ao objetivo de “Aumentar a receita em 20% no próximo trimestre” podem incluir “Aumentar as vendas mensais em 15%” ou “Reduzir os custos operacionais em 10%.”

Logo, o método OKR oferece uma maneira poderosa de impulsionar o desempenho e a eficácia da sua empresa, independentemente do seu tamanho. Ao estabelecer objetivos claros e mensuráveis e acompanhar o progresso por meio de resultados-chave, você pode direcionar sua equipe para o sucesso.

Por que utilizar o OKR? 

A utilização do OKR traz uma série de benefícios para as empresas, independentemente do seu tamanho. Aqui estão algumas razões pelas quais você deve considerar a adoção deste método:

  1. Foco em resultados: O OKR coloca o foco na obtenção de resultados mensuráveis, o que ajuda a direcionar a equipe em direção aos objetivos estratégicos da empresa.
  2. Alinhamento: O OKR promove o alinhamento de toda a organização, garantindo que cada membro da equipe compreenda claramente os objetivos da empresa e como suas atividades contribuem para alcançá-los.
  3. Flexibilidade: O OKR é flexível e adaptável, permitindo que as empresas ajustem suas metas à medida que as circunstâncias mudam, mantendo-se ágeis em um ambiente empresarial em constante evolução.

Como esse método se diferencia dos tradicionais? 

Enquanto os métodos tradicionais muitas vezes se concentram em tarefas e atividades diárias, o OKR concentra-se nos resultados desejados, o que permite maior flexibilidade na forma como esses resultados são alcançados.

Da mesma forma, os objetivos e resultados-chave do OKR são mensuráveis e quantificáveis, o que facilita a avaliação do progresso de forma objetiva. Métodos tradicionais podem não fornecer essa clareza.

Nesse sentido, o OKR é mais ágil e permite ajustes rápidos de metas e estratégias à medida que as circunstâncias mudam. Os métodos tradicionais tendem a ser mais rígidos e inflexíveis.

Qual diferença entre OKR é KPI?

Embora o OKR e o KPI (Key Performance Indicator, ou Indicador-Chave de Desempenho) estejam relacionados à medição do desempenho empresarial, eles têm diferenças significativas em seu propósito e aplicação.

  1. Propósito:

OKR: O OKR é usado para definir e alcançar metas e objetivos específicos. Ele se concentra no que você deseja realizar e como medir o progresso em direção a esses objetivos.

KPI: Os KPIs são métricas que avaliam o desempenho em áreas específicas da empresa. Eles medem o desempenho atual, como eficiência operacional, satisfação do cliente ou lucratividade.

  1. Abordagem:

OKR: O OKR é mais orientado para o estabelecimento de metas e resultados-chave para promover a realização de objetivos estratégicos.

KPI: Os KPIs são indicadores que acompanham o desempenho em áreas operacionais ou estratégicas.

  1. Mensurabilidade:

OKR: Os resultados-chave no OKR são sempre mensuráveis e geralmente são definidos em termos de porcentagens ou números específicos.

KPI: Os KPIs podem incluir métricas quantitativas, mas também podem ser qualitativos, dependendo do que está sendo avaliado.

Exemplos de OKR

Agora que compreendemos o que é o OKR e por que é uma ferramenta valiosa para a gestão empresarial, vamos explorar alguns exemplos práticos:

Objetivo: melhorar a eficiência operacional

Objetivo: Aumentar a eficiência operacional da empresa em 20% até o final do trimestre.

Resultados-chave:

  1. Reduzir o tempo médio de processamento de pedidos em 30%.
  2. Diminuir o número de retrabalhos em 25%.
  3. Automatizar 50% das tarefas manuais no departamento de produção.

Objetivo: aumentar a satisfação dos clientes

Objetivo: Elevar a satisfação dos clientes em pelo menos 15 pontos percentuais no próximo semestre.

Resultados-chave:

  1. Realizar pesquisas de satisfação trimestrais com uma taxa de participação mínima de 80%.
  2. Reduzir o tempo médio de resposta às reclamações dos clientes para menos de 24 horas.
  3. Implementar um programa de fidelização de clientes que aumente a taxa de retenção em 20%.

Objetivo: otimizar o processo de compras

Objetivo: Reduzir os custos de aquisição em 10% até o final do ano fiscal.

Resultados-chave:

  1. Identificar e implementar pelo menos três fornecedores alternativos para produtos estratégicos.
  2. Reduzir o lead time de aquisição em 15%.
  3. Implementar um sistema de gestão de compras automatizado para aumentar a visibilidade e o controle dos gastos.

Como aplicar o OKR na empresa?

Agora que entendemos o que são OKRs e vimos alguns exemplos práticos, é hora de explorar como você pode aplicar efetivamente o método OKR em sua empresa. Siga estas etapas para uma implementação bem-sucedida:

Estabeleça objetivos claros

O primeiro passo é definir objetivos claros e ambiciosos para sua empresa. Esses objetivos devem ser desafiadores, inspiradores e alinhados com sua estratégia de negócios. Lembre-se de que os objetivos devem ser específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido (conhecidos como critérios SMART).

Envolva toda a equipe na definição dos OKRs

O OKR é uma abordagem colaborativa. Envolva toda a equipe na definição dos OKRs para garantir que todos tenham um senso de propriedade e estejam alinhados com os objetivos da empresa. Isso também promove uma cultura de transparência e colaboração.

Deixe os objetivos e resultados à vista de todos

Torne os objetivos e resultados-chave visíveis para toda a organização. Isso pode ser feito por meio de ferramentas de gestão, painéis, reuniões regulares ou até mesmo quadros em locais de trabalho. A transparência é essencial para manter todos focados nos OKRs.

Defina prazos e indicadores adequados

Cada objetivo deve ter prazos definidos e resultados-chave específicos e mensuráveis que indicam o progresso em direção aos objetivos. Certifique-se de que os prazos sejam realistas e que os indicadores escolhidos sejam relevantes para medir o sucesso.

Monitore o seu desempenho constantemente

O acompanhamento e a revisão dos OKRs são fundamentais. Realize reuniões periódicas para avaliar o progresso em relação aos resultados-chave. Se necessário, ajuste os OKRs para refletir mudanças nas circunstâncias ou na estratégia da empresa.

É importante lembrar que o OKR é uma abordagem dinâmica e adaptável. Não se trata apenas de definir metas uma vez e esquecê-las. É um processo contínuo de definição de metas desafiadoras, acompanhamento do progresso e ajustes conforme necessário.

Como um ERP pode te ajudar 

Os sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais) são ferramentas poderosas para auxiliar empresas, especialmente as pequenas e médias, em diversos aspectos da gestão empresarial.

Em primeiro lugar, um ERP permite que você centralize todas as informações críticas de sua empresa em um único sistema integrado. Isso inclui dados financeiros, estoque, vendas, compras, recursos humanos e muito mais. Ter todas as informações em um só lugar facilita a tomada de decisões informadas.

Dessa forma, os ERPs são projetados para automatizar tarefas repetitivas e manuais. Isso economiza tempo e reduz erros humanos. Com a automação e a otimização de processos, a eficiência operacional aumenta. Isso resulta em maior produtividade e menor desperdício de recursos.

Logo, à medida que sua empresa cresce, um bom sistema ERP pode crescer com você, adaptando-se às necessidades em evolução e adicionando funcionalidades conforme necessário.

O ERP é uma ferramenta valiosa que pode ajudar a sua empresa a operar de forma mais eficiente, tomar decisões informadas e se adaptar às mudanças do mercado.

Se você está pronto para levar sua empresa a um novo nível de eficiência e sucesso, entre em contato com a ERP Flex hoje mesmo. Visite nosso site para saber mais sobre nossas soluções de gestão empresarial personalizadas para a sua empresa. Estamos ansiosos para ajudar você a alcançar seus objetivos!

Packing: o que é e quais as melhores formas de fazer

Homem fazendo packing dentro da empresa.

Nas compras online, o consumidor não tem contato com o produto, mas apenas com o pós-venda. Por isso, é importante estar atento às condições que o seu produto é entregue. 

Uma maneira de garantir uma boa experiência para o cliente é através do packing. Nesta fase, referente a entrega do produto, os itens são acomodados em uma embalagem segura para serem enviados ao destinatário final.

Continue lendo e saiba o que de fato é o packing e quais são as melhores formas de conduzir essa fase. Boa leitura! 

O que é Packing

Packing é o termo utilizado para definir o processo de embalamento de um produto antes do envio para o consumidor, envolvendo atividades como a organização, embalagem e proteção do item. Seu principal objetivo é evitar perdas do pacote durante a entrega. 

Por isso, é fundamental que esse processo seja executado em tempo hábil e de forma segura, para preservar o produto durante a entrega. Um processo de packing bem feito tem a capacidade de influenciar as percepções do consumidor sobre o produto, já que esta fase está diretamente relacionada à experiência de compra. 

Além disso, o packing tem a função de reunir os itens em um volume só, facilitando a movimentação e preservação. Dessa forma, essa estratégia também ajuda a descaracterizar a embalagem e, dessa forma, evitar furtos.

Qual a importância do Packing

Não adianta oferecer uma boa experiência de compra agradável e deixar o processo de entrega de lado, certo? Nesse sentido, é importante dar uma atenção a essa fase do processo de vendas. 

Redução de danos e perdas

A embalagem é projetada para proteger os produtos contra danos físicos, como impactos, choques e quedas, auxiliando na redução de danos e perdas. Além disso, a embalagem pode ser projetada com recursos de segurança, como selos invioláveis, prevenindo roubo ou manipulação não autorizada dos produtos.

Com isso, uma embalagem de alta qualidade é essencial com a qualidade do produto, já que clientes satisfeitos e a reputação da marca dependem da entrega de produtos em perfeitas condições.

Agilidade no transporte

Além da redução de custos, outra vantagem do packing é a agilidade no transporte. Por cumprir prazos de entrega e manter os clientes satisfeitos, as embalagens eficazes desempenham um papel fundamental.

Além disso, um bom processo de packing inclui informações de rastreamento, códigos de barras e etiquetas, facilitando a identificação e o rastreamento dos produtos durante o transporte. Isso é essencial para garantir a entrega pontual e precisa.

Satisfação do cliente

Produtos danificados devido a embalagens inadequadas podem levar a insatisfação do cliente e a devoluções. Por isso, ao oferecer uma embalagem segura e bem elaborada, se torna possível não apenas reduzir os danos e agilizar o transporte, mas também consolidar uma imagem positiva do negócio. 

Também pode-se destacar o processo de packing como branding, já que muitas marcas investem em embalagens criativas que reforcem suas identidades visuais. Esta é uma forma simples e efetiva de causar uma impressão positiva e fixar a imagem da sua empresa na cabeça dos seus clientes.

Quais os principais métodos de packing

Após entender o que é packing e sua importância no processo logístico, é importante entender quais são os principais métodos de packing. São eles: 

  • enchimento solto: ideal para itens mais leves, é utilizado uma caixa maior do que o produto e os espaços vazios são ocupados com materiais soltos (isopor, espuma, papel). 
  • calçamento e escoramento: nesse método usa-se algum material resistente para reforçar a caixa e proteger certas partes do produto, direcionando toda a energia de possíveis impactos para a parte mais forte do produto. 
  • envolvimento: o produto é embrulhado com algum recurso como plástico bolha ou em embalagem inflável antes de ser inserida dentro da caixa.
  • revestimentos moldados: é usado um revestimento feito com base na forma do produto, envolvendo o produto por completo. 

Seleção de embalagens adequadas

Além dos métodos, é importante também escolher boas embalagens, já que muitas vezes ocorre o transporte por múltiplos modais e, assim, é preciso utilizar formas de proteger os itens em todo o processo. 

Lembre-se de que a embalagem é o primeiro contato do cliente com a sua empresa. Por isso, a embalagem deve estar em boas condições. 

Melhores Práticas para Packing

Por ter influência direta na qualidade das entregas e na experiência final do consumidor, é preciso ter atenção no processo de embalar e preparar os produtos. Pensando nisso, trouxemos algumas dicas. 

Não economize nos materiais

Embora seja compreensível que as empresas desejem controlar os custos, cortar custos excessivamente no packing pode resultar em prejuízos financeiros e problemas de reputação.  

Por isso, não economize nos materiais, já que a função primordial da embalagem é proteger os produtos contra danos durante o transporte e o manuseio. Ao usar materiais de embalagem de baixa qualidade ou inadequados, pode haver produtos danificados, o que pode levar a devoluções, perdas financeiras e insatisfação do cliente.

Selecione bem as embalagens

Relacionado com os materiais de qualidade, escolher uma embalagem adequada, levando em conta as dimensões e o grau de vulnerabilidade do produto, é fundamental.  Além disso, por conter itens que podem quebrar ou arranhar durante o envio, é importante envolvê-los  com plástico-bolha, espumas ou outros materiais.

Faça a verificação dos itens

Quando o volume de pedidos é grande, pode acontecer erros no momento de seleção e separação de itens. Como solução e evitar confusões, na etapa de packing é importante fazer uma verificação final dos produtos quanto aos seus tipos e quantidade. Com isso, a 

entrega será garantida de forma correta. 

Coloque as etiquetas

Outra dica importante é colocar etiquetas, para que a entrega consiga ser realizada com sucesso. Nesse momento, são colocadas as informações de envio, que incluem dados como a ordem do pedido, endereço de entrega, código de barras e dados do cliente. Porém, essas informações podem variar de acordo com a empresa. 

Já conhecia o que era o Packing? Não deixe de acompanhar o Blog da ERPFlex para conferir outras dicas! 

CMV (Custo de Mercadorias Vendidas): o que é, qual sua importância e como calcular

mulher trabalhando com tablet e com mercadorias, representando o artigo sobre CMV

Para realizar uma gestão financeira de qualidade no seu negócio, é muito importante conhecer os indicadores financeiros e como aplicá-los. Pensando nisso, neste texto apresentamos o Custo de Mercadorias Vendidas, sua importância e como calculá-lo na sua empresa. Continue a leitura! 

O que é CMV (Custo de Mercadorias Vendidas)

O Custo de Mercadorias Vendidas diz respeito ao custo necessário para a venda de produtos, incluindo os valores relacionados aos fornecedores. Por isso, trata-se do valor gasto para produzir ou adquirir as mercadorias que foram vendidas em um dado período.

Nesse indicador ainda constam todos os gastos envolvidos na compra, produção, armazenamento e venda das suas mercadorias. Assim, acompanhá-lo é uma forma de avaliar a lucratividade das suas vendas e propor revisões de custos, se preciso.

Como fazer o cálculo de CMV corretamente

Existe mais de uma maneira de calcular o CMV do seu negócio. A primeira delas é a fórmula geral, que como o próprio nome diz, refere-se aos custos de venda como um todo. 

Para calculá-la, é preciso somar o estoque inicial (EI) com as compras realizadas em um determinado período e descontar o estoque final (EF). A fórmula adquirida é:

CMV = EI + C – EF

Essa fórmula se aplica tanto a empresas que produzem quanto a empresas que revendem mercadorias. Porém, o cálculo pode variar conforme alguns fatores específicos. Se você realiza devoluções de mercadorias, por exemplo, esse valor deve ser incluído no cálculo. 

Nesse caso, é preciso somar o valor referente às devoluções de compra e descontar o equivalente às devoluções de venda, Assim, a fórmula fica:

CMV = EI + C + DC – DV – EF

Para realizar esse cálculo de forma adequada, é essencial ter um controle eficiente do seu estoque, que pode ser facilitado por um ERP. Além disso, você deve anotar todas as compras e vendas de mercadorias, assim como os gastos relacionados. 

Por produto

Com a fórmula do CMV ainda é possível calcular o custo do produto unitário, mas é preciso fazer um cálculo específico para cada tipo de item. 

Nesse caso, também é necessário calcular o estoque inicial de cada grupo, assim como o valor gasto em compras nele e o estoque final. Veja um exemplo:

  1. No começo do mês, uma distribuidora tinha R$ 500 de estoque inicial de leite condensado
  2. Em 30 dias, ela adquiriu R$ 1000 nesses produtos
  3. No final do período, o estoque final (EF) é de R$ 550.

Ao calcular o CMV para esse produto, obtemos:

CMV = R$ 500,00 + R$ 1000,00 – R$ 550,00

CMV = R$ 950,00

Isso significa que, com o CMV a R$ 950,00, se a distribuidora faturou R$ 2.500 em leite condensado no mês, seu lucro bruto foi de R$ 1.550,00 apenas com esse produto.

Por faturamento

Outra possibilidade para o CMV é utilizar uma porcentagem do faturamento. Nesse caso, é preciso calcular a média percentual dos custos em relação ao total das notas fiscais emitidas (isto é, seu faturamento) e depois distribuir o resultado igualmente entre todos os produtos vendidos.

Uma alternativa para fazer esse cálculo é conhecer o valor do seu custo fixo, dividi-lo pelo correspondente ao faturamento e multiplicar por 100.

Por exemplo: se a receita média mensal da sua empresa é de R$ 20 mil e o seu custo médio é de R$ 2 mil (2000/20.000 x 100), você terá 10% de custo proporcional.

O que significa ter um CMV alto?

Um CMV alto pode indicar que sua empresa está gastando muito para vender seus produtos ou serviços, o que pode reduzir a margem de lucro e a rentabilidade. Por isso, um indicador alto pode refletir possíveis problemas no seu negócio, como:

  • Compra de mercadorias com preço alto;
  • Desperdício de produção;
  • Desvio de mercadorias no estoque;
  • Venda de produtos e serviços a um preço baixo. 

Qual o percentual ideal do CMV?

O percentual ideal de CMV depende de uma série de aspectos, como o segmento de atuação do seu negócio, o tipo de produto que você vende, sua concorrência e a demanda, por exemplo. 

Não existe uma margem definitiva, mas uma média comumente utilizada entre as empresas é entre 30% e 40%. 

Isso significa que não existe um percentual ideal de CMV, mas sim um percentual ideal para o seu negócio. Logo, é muito importante analisar o seu mercado de forma cuidadosa, conhecendo seus custos fixos e variáveis, para definir uma estratégia de precificação e acompanhar os seus indicadores. 

Lembre-se: o Custo de Mercadorias Vendidas adequado é é o que possibilita que você defina um preço atrativo, obtenha uma margem de lucro adequada e alcance uma rentabilidade satisfatória. 

Quais impostos entram no CMV?

Os impostos que entram no CMV também varia de negócio para negócio,  já que cada tipo de empresa está enquadrada em um regime tributário diferente. Por isso, é importante conhecer os impostos que incidem sobre as mercadorias que você comercializa. 

Um imposto que geralmente representa alguns custos para as empresas é o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), por exemplo. Por esse motivo, é preciso entender os gastos que fazem parte do indicador financeiro da sua empresa. 

Da mesma forma, existem alguns valores que, na maioria das vezes, não são incluídos no CMV, como:

  • Impostos que incidem na venda, como PIS, Cofins e ICMS;
  • Gastos fixos com telefonia, internet e aluguel, que são despesas administrativas;
  • Frete, que é uma despesa operacional;
  • Juros sobre empréstimos, que são despesas financeiras;
  • Comissões de venda. 

Por que é importante calcular

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o Custo de Mercadorias Vendidas, reunimos os benefícios de utilizar esse cálculo nos indicadores financeiros da sua empresa. Confira!

Identificar custos excessivos

Em primeiro lugar, aplicar o CMV é uma forma de identificar gastos excessivos em alguma operação específica ou no custo total do seu negócio, que podem reduzir a sua margem de lucro.

Por isso, acompanhá-lo permite que você esteja mais atento aos custos relacionados a sua operação, de forma a evitar gastos desnecessários e melhorar a sua rentabilidade. 

Otimizar o controle de estoque

Esse indicador também ajuda a controlar o seu estoque com mais eficiência, uma vez que ele indica quais produtos são mais vendidos e quais ficam mais tempo parados. 

Dessa forma, você pode estabelecer estratégias para otimizar o uso do espaço disponível, além de manter um estoque alinhado à demanda dos seus clientes, ou seja, sem sobras ou perdas. 

Monitorar o lucro bruto

Algumas empresas possuem dificuldade de compreender o lucro gerado nas vendas, pois analisam apenas o resultado final do negócio. 

Calcular o CMV é uma forma de ajudar isso, pois permite entender quanto o negócio está ganhando apenas com as vendas, antes de considerar outros gastos e despesas. 

Planejar boas promoções

Além disso, ao monitorar o nível e os custos dos itens em seu estoque, é possível planejar promoções que estimulem os seus compradores e não causem prejuízo para a empresa. 

Você pode perceber um produto encalhado em estoque e conferir o CMV para estabelecer um preço promocional, por exemplo, de forma a movimentar o seu estoque sem perder dinheiro com a sua oferta.

Melhorar a negociação com fornecedores

Por fim, monitorar o CMV permite avaliar as compras realizadas pela sua empresa e se elas refletem de forma positiva na sua rentabilidade.

Assim, ao identificar preços altos demais e que prejudicam o seu lucro, por exemplo, você pode negociar valores que realmente beneficiem a sua empresa. 

O ERPFlex

O ERPFlex atua desde 2006 em prol de revolucionar a gestão empresarial de pequenas e médias empresas, solucionando problemas de forma simples, completa e flexível. 

Com diversas funcionalidades para diferentes objetivos de negócio, nosso software beneficia mais de 2 mil empresas em todo o país, de segmentos variados. 

Desde a compra até a venda dos seus produtos e serviços, o ERPFlex é o parceiro ideal para facilitar a aplicação do CMV na sua empresa. Com ele, você pode registrar e acompanhar dados essenciais para entender esse e outros indicadores financeiros, como o valor das mercadorias, do estoque inicial e do estoque final. 

Com agilidade e praticidade, ele permite analisar os seus resultados de forma completa a todo o momento, possibilitando a tomada de decisões mais assertivas para otimizar os custos e aumentar a rentabilidade do seu negócio.

Por isso, se quiser entender e comparar resultados com maior produtividade, transparência e eficiência, conte conosco! 
Se você gostou de entender mais sobre o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) e como ele impacta o seu negócio, acompanhe o nosso blog para outros conteúdos que vão ajudar a impulsionar a sua gestão empresarial!

Metas Smart: o que são, importância e como aplicar

metas smart

Para garantir um alcance de resultados efetivo, é preciso estabelecer metas para direcionar seus esforços para o lugar certo. Nesse sentido, é muito importante contar com uma metodologia que te auxilie nesse processo. Pensando nisso, abordaremos neste artigo tudo o que você precisa saber sobre a Metas Smart, uma alternativa cada vez mais utilizada no mundo dos negócios. Continue a leitura! 

O que são metas SMART?

As Metas Smart consistem em uma metodologia que auxilia na definição de objetivos claros e eficientes para garantir o sucesso de uma pessoa ou empresa, sejam as metas individuais ou coletivas. 

SMART é um acrônimo em inglês para Specific, Measurable, Attainable, Relevant e Time Based, que significam Específico, Mensurável, Atingível, Relevante e Temporal em português. Portanto, para atingir resultados mais efetivos, os objetivos de uma organização precisam conter todas essas características. 

O método foi introduzido em 1981, quando foi citado em um artigo escrito por George Doran, um executivo e consultor de negócios. O texto intitulado “There’s a SMART Way to Write Management’s Goals and Objectives” tinha como finalidade defender a importância de traçar objetivos e quais critérios seriam fundamentais para geri-los. 

Essa foi a primeira menção do método, que trouxe uma melhor estruturação para a definição de metas em empresas. Ao longo dos anos, ele foi adaptado por diversos autores e difundido em diversas áreas de atuação. 

Para que serve a metodologia smart?

A Metodologia Smart tem como objetivo trazer mais clareza e assertividade para a definição de metas. Na maioria das vezes, muitas organizações se deparam com objetivos vagos, o que dificulta o alcance de resultados. 

Por meio das metas smart, é possível priorizar o que é relevante para a sua empresa, direcionando o seu foco para o cumprimento de objetivos claros e que auxiliem na otimização dos processos.

Por isso, ela determina critérios para guiar cada meta e cada departamento de uma organização. Em seu texto original, Doran afirmou que nem sempre todos eles poderiam ser alcançados, mas que as metas atuariam como uma forma de maximizar as chances de que isso ocorra.

Assim, elas estabelecem expectativas, indicadores e ações para o alcance de metas, compondo etapas individuais de uma estratégia bem estruturada para alcançar objetivos maiores. Assim, é possível traçar um caminho completo, do início ao fim. 

Como a metodologia é aplicada?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre essa metodologia, vamos explorar como cada critério que a compõe atua para garantir o sucesso da sua empresa. Vamos lá? 

S – Específico

A primeira letra do acrônimo SMART diz respeito à necessidade de definir seus objetivos de forma específica. Isso significa que, nesse estágio, você deve determinar exatamente seus pontos de melhoria e o que é preciso para alcançá-los. 

Algumas questões são importantes para guiar esse critério, como:

  • O que você deseja alcançar?
  • Por que esse objetivo é importante?
  • Quais membros estão envolvidos?
  • Quais são os recursos necessários?
  • Quais resultados você obterá com esse objetivo?

M – Mensurável

Já o termo mensurável faz referência à importância de ter metas mensuráveis para que você acompanhe o seu progresso e permaneça motivado. Caso contrário, há um alto risco de estagnação. 

Por exemplo, a meta “desenvolver mais o projeto x” se torna mais concreta quando ao adicionar uma medida, como “dedicar 40 minutos diários ao projeto x”, concorda? Por isso, foque nesse aspecto para avaliar se você está no caminho certo ou se precisa fazer alterações. 

A – Atingível

De nada adianta estabelecer metas que são impossíveis de serem alcançadas, não é? Por esse motivo, é fundamental estabelecer objetivos que estejam dentro da capacidade e da realidade da sua empresa. 

Alguns autores, inclusive o próprio Doran, também utilizam a letra A para remeter à palavra “atribuível”. Trata-se de definir de forma clara as pessoas responsáveis por determinada atividade para atingir o objetivo. 

R – Relevante

O termo relevante, por sua vez, destaca a necessidade de escolher metas que sejam importantes para a empresa e o seu propósito, de forma a evitar esforços desnecessários. Por isso, é muito importante entender o que é relevante para o seu negócio e o mercado em que ele atua. 

T – Temporal 

Por último, o termo temporal aponta para a necessidade de estabelecer prazos para alcançar as suas metas. Para isso, é importante definir um cronograma condizente com o tempo que cada tipo de atividade exige. Assim, você evita que outros projetos atrapalhem seus objetivos maiores e cria um senso de urgência e motivação.

Nesse estágio, tenha em mente as seguintes perguntas:

  • Qual o prazo final do projeto?
  • O que podemos alcançar durante esse período? 

Vantagens das metas SMART

A metodologia SMART traz uma série de benefícios para organizações de diferentes portes e segmentos. Confira as principais delas:

Maior produtividade

Em primeiro lugar, essa metodologia permite ter mais clareza e foco nas ações necessárias para alcançar os objetivos da sua empresa, trazendo maior produtividade. Ainda há a otimização de tempo e recursos, o que melhora significamente o seu desempenho e a sua eficiência em diversos processos e departamentos.

Foco em resultados

Além disso, com todos os critérios que as compõem, as metas smart permitem traçar exatamente o que é importante para a sua organização, com acompanhamento e o prazo necessário para a conquista. Assim, é possível medir o seu desempenho e aprimorar suas ações para alcançar resultados ainda melhores. 

Melhor aplicação de feedbacks

Por fim, essa metodologia permite comparar suas metas e seus resultados com maior facilidade, permitindo o entendimento de seus sucessos e fracassos. 

Dessa forma, é possível solicitar e receber feedbacks de forma mais assertiva, com informações mais objetivas e construtivas para entender o que é preciso mudar e o que fazer para aprimorar seus resultados.

Exemplos de Metas SMART

Considere que um dos objetivos da sua empresa é aumentar a lucratividade em até 20% até o final do ano. Um possível escopo de metas smart seria: 

  • S – Específica: aumentar a lucratividade da empresa
  • M – Mensurável: o esperado é aumentar 20% do lucro da organização até o período estipulado, acompanhando mensalmente o indicador de lucratividade e comparar com o mesmo período do ano anterior.
  • A- Atingível: realizar um diagnóstico da situação atual e identificar as oportunidades de melhoria nos processos, nos custos e nas receitas. Você também pode atribuir responsabilidades para o setor comercial. 
  • R – Relevante: aumentar a lucratividade é essencial para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio. 
  • T – Temporal: o prazo determinado é até o fim de dezembro. 

Como definir metas smart? 

Para maximizar as suas chances de sucesso, temos algumas dicas para te ajudar a definir suas metas smart. Confira! 

Alinhe o método às suas necessidades

Primeiramente, é fundamental que a metodologia esteja alinhada às suas necessidades. Cada empresa possui suas especificidades, por isso suas metas devem levar em conta cada uma delas. Seja qual for o seu objetivo, você deve seguir critérios e definir metas que condizem com a sua realidade e o que você precisa. 

Tenha uma estratégia de longo prazo

Além disso, é muito importante ter uma estratégia de longo prazo sólida e apoiada pelos seus líderes, para que as suas metas estejam alinhadas a ela. Assim, você garante que seus objetivos menores estejam de acordo com os rumos que a empresa visa tomar, de forma geral. 

Adote uma comunicação transparente

Outro aspecto essencial é ter uma comunicação clara e objetiva, para que suas metas sejam comunicadas de forma coerente com a sua equipe. Nesse caso, é preciso utilizar uma linguagem direta e compartilhar todas as informações relevantes para a realização das atividades.

Monitore o seu desempenho

Em qualquer estratégia, acompanhar o seu desenvolvimento é mais do que uma necessidade. E para maximizar seus resultados com as metas smart, é muito importante estabelecer os indicadores que vão medir o seu progresso no tempo determinado. 

Assim, você pode entender o que funcionou e o que precisa de melhorias, para então aprimorar suas ações para o alcance de resultados. Dessa forma, é possível realizar os ajustes necessários para garantir o alinhamento com os seus objetivos e com a sua empresa.

Engaje sua equipe e comunique os resultados 

Por fim, é fundamental estimular a participação de toda a sua equipe para o alcance dos seus objetivos. 

A comunicação de resultados cumpre um papel importante nesse processo, para reconhecer o esforço e a dedicação de cada um. Isso incentiva o engajamento constante com as metas e permite que vocês avaliem em conjunto os pontos fortes e fracos, novas oportunidades e as lições aprendidas. 

Assim, sua empresa pode aumentar a satisfação e a motivação da equipe, além de aumentar as chances de atingir resultados positivos.

A importância da tecnologia para uma aplicação eficaz

Quando se trata de atingir objetivos com assertividade, o acompanhamento do seu progresso é fundamental. Por isso, a tecnologia surge como uma aliada para garantir que suas decisões sejam baseadas em dados reais, além de acessadas e comunicadas com praticidade e transparência. 

Um ERP permite que sua empresa integre e centralize informações de todos os seus setores e processos, facilitando o acesso e a gestão dos dados relevantes para definir e acompanhar seus objetivos.

Além disso, você pode otimizar suas operações, de forma a aumentar a produtividade e a eficiência dos seus colaboradores. Ainda é possível acompanhar indicadores de desempenho para analisar seus resultados com agilidade e precisão, para que suas metas sejam então ajustadas de forma adequada. 

Conheça a ERPFlex

A ERPFlex é uma empresa que, desde 2006, oferece soluções eficientes para transformar a gestão empresarial de pequenas e médias empresas. Com um software que atende mais de 2 mil empresas em todo o país, ofertamos uma plataforma intuitiva, acessível e segura para a sua organização.

Por isso, se quiser aplicar as metas smart da melhor forma possível na sua empresa, conte conosco! Aqui, oferecemos serviços personalizados e contamos com uma equipe engajada para buscar as soluções mais alinhadas com os seus objetivos. Entre em contato conosco!

E se você gostou de entender um pouco mais sobre essa metodologia e quer conhecer mais dicas para impulsionar sua gestão, acompanhe o nosso blog

O que é GPD? Conheça o Gerenciamento Pelas Diretrizes

imagem representativa de o que é gpd

As metodologias de gestão cumprem um papel fundamental na melhoria do desempenho e dos processos de uma organização. Por isso, é muito importante conhecer as diversas alternativas existentes. Uma delas é o GPD, que se destaca por auxiliar no alcance de metas e resultados. Mas o que é GPD e como ele funciona, exatamente? Neste artigo traremos a resposta para essas perguntas, bem como as vantagens e dicas de como aplicar esse método de forma adequada na sua empresa. Continue a leitura! 

O que é GPD?

GPD é a sigla para Gerenciamento pelas Diretrizes. Como o próprio nome já indica, é uma metodologia que foca no alinhamento das diretrizes de uma empresa, desdobrando as metas anuais em metas estratégicas e que sejam facilmente acessadas pelos seus funcionários. 

Basicamente, trata-se de tornar as metas da empresa alcançáveis para cada um de seus níveis, de forma que todos saibam seu papel para contribuir com o sucesso do negócio. Assim, é possível atingir resultados de forma mais assertiva. 

Quais os três grandes pilares do GPD?

Para garantir sua eficácia, o GPD é formado por três pilares. São eles: 

  1. A dedicação e a ação criativa dos colaboradores envolvidos no processo impactam diretamente nos resultados;
  2. A inovação deve estar presente e ser incentivada em todas as atividades;
  3. É crucial que as mudanças propostas realmente aconteçam.

Sistemas de gerenciamento

Além de seus pilares, o GPD possui dois sistemas de gerenciamento que auxiliam justamente em uma aplicação eficaz do método, englobando esses três níveis: a gestão interfuncional e a gestão funcional.  

  1. Gestão interfuncional: visa principalmente o futuro da indústria. É um sistema diretamente ligado à alta gestão e ao desdobramento das diretrizes da indústria e sua divisão entre as áreas;
  2. Gestão funcional: foca na melhoria contínua e na manutenção das rotinas da empresa. Diz respeito à média e baixa gestão e ao controle dos processos operacionais.

Ambos funcionam de forma integrada e visam harmonizar as metas estratégicas da empresa com as atividades diárias dos funcionários.

Vantagens do gerenciamento pelas diretrizes

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o gerenciamento pelas diretrizes, reunimos as vantagens que sua aplicação traz para as empresas. Acompanhe!  

Controle de atividades

Em primeiro lugar, um grande benefício de adotar o GPD é a possibilidade de ter um controle eficiente das atividades realizadas dentro da organização. Isso ocorre principalmente porque o GPD utiliza o método PDCA como apoio, permitindo planejar, executar, monitorar e melhorar os processos e projetos.

Maior eficiência e produtividade

Outro aspecto relevante é que essa metodologia auxilia a melhorar a eficiência e a produtividade da empresa. Isso ocorre porque ela visa eliminar desperdícios, gerar valor para o cliente e melhorar continuamente os projetos da empresa.

Além disso, como citamos anteriormente, o GPD tem como um de seus pilares a inovação. Isso permite que a organização encontre diversas novas formas de melhorar seus processos, assim como agilizá-los e torná-los mais baratos. Dessa forma, é possível ter uma vantagem competitiva e buscar a excelência operacional. 

Departamentos alinhados

Outro benefício do gerenciamento pelas diretrizes é o alinhamento entre os departamentos da organização. Ao desdobrar as diretrizes da empresa em objetivos para cada um de seus níveis, é possível garantir que todos os colaboradores trabalhem visando os mesmos objetivos. 

Ele ainda estimula a participação e a criatividade dos colaboradores, que se sentem mais motivados e engajados com o negócio. E como resultado desse trabalho colaborativo, há um estímulo de troca de conhecimentos e experiências entre as equipes, bem como de uma comunicação transparente. 

Como o ciclo PDCA auxilia o GPD? 

O GPD se apoia no ciclo PDCA para aprimorar a execução, o monitoramento e a melhoria dos processos e projetos da empresa. De forma resumida, esse ciclo é composto por quatro etapas: Plan (Planejar), Do (Executar), Check (Verificar) e Act (Agir). 

A ação de planejar diz respeito à definição de metas, planos de ação, indicadores e pessoas responsáveis por cada atividade, de acordo com as diretrizes da empresa em específico. Tudo a ver com o GPD, não é? 

Já a etapa de execução está relacionada à realização das atividades de acordo com o planejamento, seguindo tudo o que foi estabelecido pela empresa. Em seguida, está a ação de verificar, que consiste no acompanhamento e na análise dos resultados obtidos, comparando-os com os objetivos para identificar qualquer obstáculo ou erro. 

Por último, na fase de ação, é preciso corrigir e prevenir os problemas, por meio de ações corretivas ou preventivas. Assim, o ciclo é repetido de forma contínua, para garantir que existirá uma busca constante pela qualidade da empresa

Por isso, o PDCA ajuda o GPD na gestão dos processos e ações da empresa, permitindo o alcance de metas, a otimização de recursos e a satisfação dos clientes. Para saber um pouco mais sobre ele, leia nosso guia: PDCA: conheça o método para melhorar processos

Como colocar o GPD em prática?

Já discutimos o que é o GPD, seus princípios e benefícios. Nada mais justo do que saber como colocá-lo em prática, não é? Vem com a gente para fazer isso de forma adequada e colher todas as vantagens dessa metodologia! 

Prepare sua empresa

O primeiro passo para aplicar o GPD é preparar toda a sua empresa, isto é, criar as condições necessárias para que a metodologia funcione. Nesse caso, é interessante contar com o apoio da alta gestão para definir as diretrizes da organização e se existem recursos necessários para desenvolvê-las. 

Além disso, é essencial envolver todos os funcionários nesse processo, comunicando de forma adequada, fornecendo retornos e estimulando a participação. Também é importante capacitá-los sobre o uso de alguma ferramenta ou técnica, como o método PDCA ou recursos tecnológicos. 

Defina um objetivo principal

Além disso, é fundamental definir um objetivo principal mensurável, desafiador e que esteja alinhado com os valores da sua empresa. Ele pode ser reduzir os custos da organização, por exemplo. Basta que ele seja relevante para o seu negócio e possibilite o acompanhamento por indicadores. 

Ao estipular uma meta principal, você determina o alvo e o rumo do GPD. Dessa forma, você previne distração, desordem e desperdício de tempo com ações que não agregam valor ao resultado desejado.

Compreenda o papel de cada setor no alcance desse objetivo

Uma vez que você definiu seu objetivo, é fundamental entender como cada área da sua empresa pode contribuir para alcançar o resultado esperado. Assim, é possível envolver todos os setores na sua realização. 

Nessa etapa, é importante identificar os processos que afetam a meta principal e analisar a situação atual de cada um deles, para que você conheça as oportunidades e as ameaças associadas ao seu sucesso. Assim, descobre as diretrizes em metas para cada setor, garantindo o alinhamento e o comprometimento de todos. 

Estabeleça planos de ações

Em seguida, você deve estabelecer as atividades que devem ser feitas para cumprir as metas de cada setor. Isso inclui planos de ações de curto, médio e longo prazo. Para isso, é preciso definir ações relacionadas a cada meta, assim como os responsáveis por realizá-las. Também é importante estipular prazos para cada ação, para garantir que elas sejam alcançadas de forma eficiente.

Acompanhe seu desempenho

Uma ação fundamental para garantir o sucesso da sua estratégia é acompanhar o seu desempenho. Afinal, de nada adianta traçar metas, objetivos, mobilizar sua equipe e aplicar planos de ação sem entender o que funciona e o que não funciona nesse processo. 

Apenas comparando os resultados desejados com os resultados reais que você consegue entender o alcance das metas estabelecidas. Ao acompanhar os indicadores e desempenho, é possível identificar qualquer desvio que atrapalhe o alcance das metas, além de estabelecer planos mais assertivos para efetivá-las. 

Use ferramentas para te auxiliar

Por fim, o apoio de ferramentas de gestão é essencial para impulsionar ainda mais seus resultados. Nesse sentido, um grande aliado para a sua empresa é o ERP. Ele é um sistema de gestão integrado que permite controlar e automatizar os processos e dados do seu negócio. Ele pode te ajudar no GPD, uma vez que:

  • Integra os setores da empresa, melhorando o alinhamento e a comunicação;
  • Armazena e organiza suas informações, garantindo segurança e confiabilidade;
  • Gera relatórios e gráficos que permitem acompanhar e analisar o desempenho da metodologia, facilitando a tomada de decisão e busca de melhorias;
  • Disponibiliza as informações em tempo real e em qualquer dispositivo, permitindo o acesso e o compartilhamento com agilidade e facilidade.

Basta optar por um sistema que atenda aos seus objetivos e tenha as funcionalidades necessárias para aprimorar a sua aplicação do GPD. Por isso, você deve contar com o apoio de uma empresa especializada, como a ERPFlex

Contamos com soluções eficientes e personalizáveis de acordo com as necessidades da sua empresa e estamos prontos para transformar a gestão do seu negócio. Quer se juntar a mais de 2 mil empresas que aumentaram seus resultados com nosso software de gestão? Converse conosco!
E se você gostou de entender o que é o GPD e suas vantagens para o seu negócio, não deixe de conferir os demais conteúdos do nosso blog!

ERPFlex lança inteligência artificial integrada ao Software de Gestão

ERPFlex lança Inteligência Artificial integrada ao ERP

É notável que o ERP é uma ferramenta poderosa para a gestão da empresa, trazendo diversos benefícios como economia, segurança da informação, otimização de processos, redução de custos e flexibilidade. Porém, é necessário sempre se atualizar. 

Criado com o objetivo de criar programas e algoritmos que possam aprender, raciocinar, tomar decisões e resolver problemas de forma semelhante aos seres humanos, a Inteligência Artificial (IA) trouxe a possibilidade de se tornar um aliado aos ERPs. Pensando nisso, a ERPFlex revolucionou o mercado e lançou uma inteligência artificial integrada ao Software de Gestão. 

Conheça a Cris, a I.A Assistente Virtual do ERPFlex

Devido a falta de tempo para obter informações precisas e a demora para ter respostas, há uma dificuldade na tomada de decisões estratégicas. Dessa forma, como uma solução, a ERPFlex implementou uma IA desenvolvida a partir do ChatGPT4, que foi treinada para dar respostas sobre o seu sistema e sobre o funcionamento da nossa empresa.

A Cris, como foi nomeada, é uma assistente virtual disponível a qualquer momento. Para isso, basta fazer uma pergunta em relação às funcionalidades do ERPFlex e você irá obter uma resposta instantânea, personalizada e precisa. 

Outra vantagem da Cris é o acesso imediato a informações relevantes, economizando, dessa forma, tempo. Além disso, ela oferece suporte personalizado. Com isso, ela entende o contexto da sua pergunta e fornece orientações específicas para ajudá-lo. 

Os benefícios de adotar um ERP com Inteligência Artificial

Com a IA, as funcionalidades do ERP conseguem ser potencializadas e por consequência a empresa consegue garantir mais tempo e inteligência para gerenciar todo o negócio. Por isso, trouxemos alguns benefícios de se adotar um sistema de ERP com Inteligência Artificial! 

Respostas instantâneas

Ao adotar um sistema ERP com IA, as respostas conseguem ser fornecidas instantaneamente, sem a necessidade de esperar por uma interação humana. Isso aumenta a agilidade e a eficiência das operações, permitindo que as empresas respondam rapidamente às demandas dos clientes, fornecedores ou funcionários, além de permitir que o usuário acesse informações e obtenha suporte a qualquer momento, independentemente do horário.

Dinamismo processo

Outro benefício do ERP com a Inteligência Artificial é o dinamismo do processo, já que se torna mais fácil analisar grandes volumes de dados e identificar padrões ou sinais de alerta para problemas iminentes. Com isso, à medida que novos dados são incorporados e o sistema aprende, ele pode ajustar automaticamente parâmetros e identificar maneiras de melhorar a eficiência e o desempenho dos processos.

Além disso, a IA pode fornecer recomendações personalizadas e adaptar-se às preferências e necessidades individuais dos clientes. Isso permite uma experiência mais personalizada e aumenta a satisfação do cliente. 

Informações precisas

Com um sistema ERP com IA é possível analisar grandes volumes de dados e fornecer informações precisas e confiáveis para a tomada de decisões. Isso permite que os gestores tomem decisões mais informadas e estratégicas, baseadas em dados confiáveis.

Com isso, há previsões mais precisas sobre o desempenho futuro da empresa. Por exemplo, com base em dados históricos de vendas, sazonalidade e fatores externos, a IA pode prever a demanda de produtos ou serviços com maior precisão. Isso permite que a empresa planeje melhor sua produção, estoque e estratégias de vendas.

Economia de tempo

Outra vantagem de um sistema ERP com IA é a economia de tempo, já que ao automatizar tarefas rotineiras e repetitivas, os funcionários não irão gastar tanto tempo nas atividades. Isso libera os colaboradores para se concentrarem em tarefas de maior valor agregado, reduzindo o tempo gasto em atividades monótonas.

Com isso, os processos conseguem ser otimizados, identificando ineficiências, gargalos e áreas de melhoria. Por meio da análise de dados e do aprendizado de máquina, a IA pode sugerir alterações ou ajustes nos processos, a fim de torná-los mais eficientes e econômicos em termos de tempo.

Decisões mais assertivas

Decisões assertivas levam a previsões mais precisas! Com um sistema ERP de IA é possível ter previsões mais precisas sobre eventos futuros, como demanda de produtos, tendências de mercado ou necessidades de estoque. Ao analisar dados históricos e em tempo real, a IA pode fornecer projeções mais acuradas, permitindo que as decisões sejam baseadas em dados confiáveis e reduzindo a incerteza.

E com isso, a IA pode melhorar suas recomendações e decisões ao longo do tempo. A capacidade de aprender com dados e experiências anteriores permite que a IA se torne cada vez mais precisa e confiável em suas análises e sugestões.

Dicas de como utilizar o ERP

Além de apresentar os benefícios de se utilizar um software de gestão empresarial com IA, trouxemos algumas dicas de como utilizar a Cris dentro da sua empresa. Continue lendo e saiba quais são!

Perguntas sobre funcionalidades

Outra dica que um sistema ERP que utiliza Inteligência Artificial é a possibilidade de fazer perguntas sobre suas funcionalidades. Por isso, identifique as perguntas e problemas específicos que você deseja resolver usando a IA. Alguns comandos que podem te ajudar são: 

  • Como cadastrar NCM?
  • Como faço um recebimento antecipado?

O ERPFlex

A ERPFlex é uma empresa que oferece soluções de software de gestão empresarial desenvolvidas para atender as necessidades de pequenas e médias empresas. Nossa missão é proporcionar uma gestão empresarial eficiente através de uma plataforma intuitiva, acessível e segura.

Não deixe de entrar em contato conosco e visitar nosso Blog para mais dicas e informações sobre gestão empresarial eficiente. Até mais!

Gestão de produção: o que é e como implementar de forma eficiente

gestão de produção

Bem-vindo ao blog da ERPFlex! Neste artigo, vamos explorar a importância da gestão de produção e como implementá-la de forma eficiente. Se você está em busca de soluções inovadoras para melhorar a eficiência da sua empresa, está no lugar certo. 

Abordaremos os fundamentos da gestão de produção, seus objetivos e os passos necessários para uma implementação bem-sucedida.

Continue lendo e descubra como o software de gestão empresarial ERPFlex pode ajudar sua empresa a atingir a excelência operacional.

O que é a gestão de produção?

A gestão de produção é um conjunto de práticas e processos utilizados para planejar, controlar e otimizar a produção de bens e serviços em uma empresa. Ela envolve todas as atividades relacionadas à fabricação de produtos, desde a aquisição de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente.

Para que uma empresa seja eficiente em sua produção, é essencial adotar uma abordagem estratégica e sistemática. A gestão de produção visa maximizar a produtividade, minimizar os custos, garantir a qualidade dos produtos e atender às demandas dos clientes de forma eficiente.

Qual o objetivo da gestão de produção?

O objetivo principal da gestão de produção é garantir que a empresa produza bens e serviços de forma eficiente e rentável. Ela busca otimizar os recursos disponíveis, como mão de obra, equipamentos e matérias-primas, de modo a maximizar a produtividade e minimizar o desperdício.

Todo esse controle se reflete no desempenho da empresa. De acordo com uma pesquisa da EAUX, 97% das empresas que usam gestão de processos fazem isso com o objetivo de melhorar sua performance.

Além disso, a gestão de produção também visa atender às expectativas dos clientes em relação à qualidade, prazos de entrega e custos. Ao implementar práticas eficientes de gestão de produção, sua empresa pode melhorar sua competitividade, aumentar sua lucratividade e manter-se sustentável a longo prazo.

Quais os fundamentos da gestão de produção?

  1. Planejamento e controle: Um dos fundamentos da gestão de produção é o planejamento adequado das atividades de produção. Isso envolve definir metas, estabelecer cronogramas, determinar a quantidade necessária de recursos e identificar os processos a serem seguidos. O controle eficiente da produção também é essencial para monitorar o progresso, identificar desvios e tomar medidas corretivas quando necessário.
  2. Otimização de processos: A gestão de produção busca constantemente melhorar os processos de fabricação, eliminando gargalos, reduzindo o tempo de produção e aumentando a eficiência. Isso pode ser feito por meio da adoção de tecnologias avançadas, automação de tarefas, reorganização do layout da fábrica e treinamento adequado dos funcionários.
  3. Gestão de estoques: O controle adequado dos estoques é essencial para uma gestão de produção eficiente. É importante manter o equilíbrio entre ter os materiais necessários para a produção sem gerar um excesso de estoque que possa levar a custos adicionais. A utilização de sistemas integrados de gestão, como o ERPFlex, pode facilitar o gerenciamento dos estoques, proporcionando maior visibilidade e controle sobre as movimentações e necessidades de reposição.
  4. Monitoramento de indicadores de desempenho: A gestão de produção também se baseia na análise de indicadores de desempenho, como a produtividade, a taxa de desperdício, o tempo médio de produção e a qualidade dos produtos. Esses indicadores fornecem informações importantes para identificar oportunidades de melhoria e tomar decisões embasadas para otimizar a produção.

Como fazer uma gestão eficiente?

Uma gestão eficiente da produção envolve uma série de práticas e etapas para garantir o máximo desempenho e resultados positivos. Aqui estão alguns passos importantes a serem seguidos:

Conheça as demandas 

Antes de iniciar qualquer atividade de produção, é essencial compreender as demandas do mercado e dos clientes. Realize uma análise de mercado, estude as tendências e as necessidades dos consumidores. Isso permitirá que você alinhe sua produção às expectativas e evite desperdícios.

Alinhe a demanda à produção

Com base nas demandas identificadas, é importante alinhar a produção de forma eficiente. Determine a capacidade de produção da sua empresa e verifique se ela está alinhada com a demanda esperada. Ajuste a produção conforme necessário, evitando excessos ou falta de produtos.

Defina planos de ação 

Elabore planos de ação claros e detalhados para cada etapa do processo de produção. Além disso, estabeleça metas e objetivos específicos, defina responsabilidades, prazos e recursos necessários. Ter um plano bem estruturado ajudará a manter a equipe focada e organizada.

Programe o processo produtivo

Uma gestão eficiente requer um planejamento adequado do processo produtivo. Desenvolva um cronograma de produção realista, levando em consideração os tempos de produção, a disponibilidade de recursos e as prioridades do negócio. 

Por isso, utilize ferramentas de programação e agendamento para otimizar a alocação de recursos e minimizar o tempo ocioso.

Controle a produção

Estabeleça sistemas de controle de produção para monitorar o andamento do processo. Acompanhe de perto as atividades em andamento, verifique se os recursos estão sendo utilizados de forma eficiente e tome medidas corretivas quando necessário. 

É interessante usar indicadores de desempenho relevantes, como tempo de produção, taxa de retrabalho e eficiência operacional, para avaliar o desempenho da produção.

Monitore seus resultados

Lembre-se de realizar uma análise constante dos resultados da produção. Nesse sentido, avalie a qualidade dos produtos, a satisfação dos clientes, os custos envolvidos e a eficiência geral do processo. 

Isso ajudará a identificar oportunidades de melhoria e a implementar ações corretivas para otimizar a produção.

A Metodologia Lean pode te ajudar

Por fim, considere também a adoção da Metodologia Lean em sua gestão de produção. Essa abordagem visa eliminar desperdícios, reduzir tempo de espera, melhorar a qualidade e aumentar a eficiência geral do processo

Por meio de princípios como fluxo contínuo, just-in-time e melhoria contínua, a Metodologia Lean pode trazer benefícios significativos para a sua empresa.

Por que contar com um ERP? 

Contar com um sistema ERP é fundamental para a gestão de produção de uma empresa. O ERP é um software que integra e automatiza diversos processos e departamentos, incluindo a produção, compras, vendas, estoque, finanças, recursos humanos e muito mais.

No contexto da gestão de produção, o ERP desempenha um papel crucial ao centralizar todas as informações relacionadas ao processo produtivo em um único sistema. 

Isso permite uma visão global e em tempo real de todos os aspectos da produção, facilitando o planejamento, o controle e a tomada de decisões estratégicas.

Em resumo, um ERP é essencial para uma gestão de produção eficiente, proporcionando maior controle, otimização de processos, melhor gerenciamento de estoques, planejamento preciso e análise de resultados. 

A ERPFlex oferece soluções de software de gestão empresarial especialmente desenvolvidas para atender às necessidades das pequenas e médias empresas, contribuindo para a excelência operacional e o sucesso dos negócios.

Para obter ainda mais benefícios e contar com soluções inovadoras, como a Metodologia Lean, é altamente recomendado o uso do software de gestão empresarial ERPFlex. Não deixe de entrar em contato conosco e visitar nosso blog para mais dicas e informações sobre gestão empresarial eficiente. Até mais!