4 lições da Vela Olímpica para a gestão da sua empresa

Os jogos olímpicos estão a pleno vapor no Rio de Janeiro e a Vela Olímpica é uma das modalidades que mais trouxe medalhas ao Brasil, com 16 no total. Ótimo, mas afinal, o que a Vela Olímpica e a gestão empresarial têm em comum? A resposta é a seguinte: princípios básicos!

 

Basicamente, trata-se de um esporte que é praticado em diversas categorias diferentes, tanto no feminino quanto no masculino, entretanto, em todas as modalidades utiliza-se barcos movidos, apenas, à força gerada pela vela através do vento. O trajeto percorrido é definido através de boias colocadas no mar e o objetivo é contornar todas essas boias, sem tocá-las, a fim de terminar o percurso no menor tempo possível.

 

Agora, para ficar mais clara a ligação entre os conceitos da modalidade esportiva e a gestão empresarial, separamos 4 princípios básicos utilizados em ambas situações. Veja a seguir:

 


Estrategia-Vela

 

1 – Estratégia

 

Estratégia é um princípio básico para a maioria das modalidades esportivas, bem como em gestão empresarial, independente do ramo de atividade exercido.

 

Na Vela Olímpica, conforme explicado, é necessário contornar boias que definem o percurso, entretanto, quem escolhe o lado pelo qual a boia será contornada é o próprio atleta através de uma estratégia pré-definida. No momento desta decisão, uma série de fatores que podem favorecer ou não são consideradas pelo velejador, como suas próprias deficiências, a quantidade de outros barcos a frente ou atrás dele e as condições da água e do vento são alguns destes fatores.>

 

Num processo de gerenciamento de empresas, para que seja realmente eficiente, também é preciso traçar estratégias de curto, médio e longo prazo, sempre pensando nas suas próprias deficiências, nas ações que sua concorrência está tomando, nas condições do mercado e claro, nos seus próprios pontos fortes.

 

Regularidade-Vela

 

2 – Regularidade

 

Manter a regularidade em uma competição de Vela Olímpica é exatamente o que deve garantir o sucesso do atleta dentro de uma competição. Isso porque o vencedor das provas é definido depois de diversas regatas, onde o competidor vai acumulando pontos, ou seja, de nada adianta fazer uma regata brilhante e conseguir muitos pontos, se nas regatas seguintes o desempenho for catastrófico e a soma de pontos for pífia. O mesmo conceito se aplica à gestão de empresas!

 

É sabido que os mercados podem oscilar muito e interferir nos resultados de empreendimentos em geral. É sabido também que algumas ações específicas alavancam resultados em alguns meses com eventos pontuais como o Natal e Dia dos Pais, entretanto, é preciso manter uma regularidade durante todo o ano.

 

Um negócio que fatura bastante em um mês e não mantém o mesmo ritmo nos meses seguintes, certamente terá grandes problemas de caixa, e por consequência, de crescimento e até para se manter competitivo no mercado. Por isso, é preciso existir um plano de negócios para que o crescimento da empresa seja regular e gradativo.

 

Integridade-Vela

 

3 – Integridade

 

Alguns esportes contam com a integridade, honestidade e respeito como alguns dos seus princípios básicos. O judô, por exemplo, permite suspender um lutador por até 2 anos de qualquer competição mundial para o caso de desrespeito aos árbitros e suas decisões, além de deslealdade com seus oponentes.

 

Na vela, a integridade é fator crucial na competição, isso porque no caso de um barco tocar uma boia ou em outro barco, ou ainda atrapalhar o caminho de outros barcos, o atleta tem a opção de reconhecer seu erro dando uma volta de 360° no seu próprio eixo e perdendo alguns segundos.

 

Agora, caso não exista esse reconhecimento e o barco siga sua regata sem essa volta de 360°, a punição recebida pode ser muito maior e existir uma perda de tempo bem mais significativa.

 

Já num processo de gestão de negócios, a integridade está altamente ligada ao respeito com os concorrentes de mercado, proporcionando uma competição limpa. Nesse sentido, a integridade também é observada na valorização da sua equipe, em uma conduta de ética coerente, que evita o conflito de interesses e não se rende à corrupções.

 

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4 – Adaptação

 

A adaptação às adversidades faz parte da rotina da Vela Olímpica, isso porque o trajeto do barco passa por momentos contra o vento, outros a favor, e mesmo assim, não é permitido ao atleta usar qualquer artifício que não o próprio equipamento presente no barco e suas diferentes posições.

 

Obviamente, no ambiente empresarial, a adaptação às adversidades também deve ser prevista e contornada. Existem inúmeras situações que merecem atenção especial e que podem ser previstas, como sazonalidades referentes à feriados e datas importantes que podem reduzir o fluxo de caixa bem como haver uma diminuição do fluxo de trabalho.

 

Existem ainda as situações que não podem ser previstas, mas devem ser cogitadas com antecedência, como possíveis alterações na maneira de vender um produto ou serviço a fim de atender novas demandas de consumidores, dificuldades na contratação de colaboradores, instabilidades do mercado e assim por diante.

 

Conclusao-Vela

 

Conclusão

 

O fator mais importante, tanto no esporte olímpico, quanto na gestão empresarial, sem dúvida alguma, é o acompanhamento! Somente assim, é possível saber que as ações tomadas são, de fato, as mais assertivas possível.

 

Para isso, é fundamental contar com ferramentas que possibilitem, não só o acompanhamento, mas também uma melhor visualização de todo um processo. Implementar um ERP, por exemplo, garante que a empresa consulte informações em tempo real, possibilitando uma maior assertividade na tomada de alguma ação.

 

Por exemplo, se o seu negócio sofre para controlar o estoque, fator que pode causar um enorme desfalque no caixa, um sistema ERP (Enterprise Resource Planning) possibilita que esse controle seja realizado com maior objetividade e facilidade. Veja alguns dos maiores benefícios de contar com um sistema de gestão eficiente para a sua empresa:

 

  • Redução de custos;
  • Maior agilidade;
  • Extinção do uso de interfaces manuais;
  • Otimização do fluxo da informação e eficiência dentro da organização;
  • Otimização do processo de tomada de decisão;
  • Extinção da redundância de atividades;
  • Redução do tempo dos processos gerenciais;
  • Melhoria do controle das operações da empresa.

 

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