Plataforma e-commerce: aprenda a ampliar suas vendas!

Aumentar as vendas é o desejo de qualquer negócio que tenha a vontade de ser mais rentável, lucrativo e melhor posicionado no mercado. Com a concorrência, entretanto, essa tarefa não é nada fácil. Por outro lado, a internet, através de uma plataforma e-commerce, pode ajudar o seu negócio a se desenvolver ainda mais. Antes de adotar essa solução, entretanto, é preciso fazer um bom planejamento para que tudo saia como o esperado.

Pensando nisso, decidimos escrever este artigo com alguns pontos cruciais e que vão te auxiliar nesta árdua tarefa. Vamos lá?

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Por que plataforma e-commerce?

Mesmo diante do agravamento da crise econômica enfrentada pelo Brasil no último ano, o e-commerce teve um crescimento de 15% em 2015, em relação a 2014. No total, o faturamento chegou a cerca de R$ 41 bilhões de reais. Além disso, a satisfação do cliente com compras online também aumentou, passando de 61 para 65%.

Com cada vez mais pessoas utilizando a internet e dispositivos móveis, e com o aumento contínuo da satisfação entre quem faz compras online, a tendência é que haja cada vez mais confiança no e-commerce ao longo dos próximos anos, de modo a estimular o setor a desenvolver-se.

Isso, por si só, já é um motivo atraente para investir em e-commerce. Enquanto o varejo tradicional encontra formas de se reinventar, o e-commerce surge como o futuro do comércio. O faturamento do seu negócio, portanto, pode observar um aumento importante devido a fatores como:

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Disponibilidade total por dia

Um e-commerce está aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana. Se o seu cliente deseja comprar de madrugada, no domingo à noite ou no meio de um feriado, ele consegue!

Isso gera um aumento de disponibilidade e versatilidade para esse tipo de comércio, de modo que as pessoas possam fazer compras quando desejarem sem que isso influencie no custo de estrutura. Como resultado, o maior tempo de serviço disponível leva a mais compras em geral e melhor aproveitamento das oportunidades de negócio.

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Custos menores

Os custos de manter um e-commerce são consideravelmente menores quando comparados ao de manter uma loja. Embora seja, sim, necessário contar com a plataforma adequada e com questões como certificado digital e outros detalhes, o preço de manutenção de um e-commerce nem se compara com o de uma estrutura física.

Uma loja física gera custos como aluguel do espaço, impostos de propriedade, contas de energia elétrica e de água e uma grande variedade de taxas. O e-commerce, por sua vez, tem uma estrutura muito mais enxuta e menos custosa.

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Mais competitividade

A diminuição dos custos de estrutura e operacionais pode ser refletida no preço e é por isso que os valores cobrados no e-commerce podem ser até 15% mais baratos do que lojas tradicionais.

Como boa parte das pessoas deseja um preço mais atrativo na hora de fazer determinada compra, a competitividade aumenta, e o e-commerce acaba se tornando uma melhor opção para os consumidores.

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Maior alcance

No geral, um e-commerce pode alcançar todo o Brasil, visto que o envio de mercadorias acontece, normalmente, de maneira terceirizada. Em alguns casos, é possível até mesmo realizar entregas internacionais.

Com uma loja física, para atuar em outros mercados, seria necessário ter uma unidade em cada local, o que é bastante inviável. Assim, o alcance de um e-commerce é bem maior e mais relevante para que seja possível vendas maiores.

 

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Escolhendo a sua estratégia

A estratégia do seu e-commerce é uma parte importante desse processo, pois ela vai definir o sucesso da sua loja virtual. Por isso, esclarecer corretamente o caminho estratégico a ser seguido, inclui fatores como:

Tipos de e-commerce

Os e-commerces podem se diferenciar quanto ao tipo de venda que realizam, dependendo de quem é o cliente final, um e-commerce pode ser do tipo B2C (Business to Customer), B2B (Business to Business) ou B2B2C (Business to Business to Customer) . A seguir, você verá as características de cada um:

B2C

O e-commerce B2C (Business to Customer) é aquele voltado para o cliente final, ou seja, para o último consumidor de determinado produto. Uma loja de roupas online, por exemplo, normalmente é um exemplo de e-commerce B2C, pois o produto vai direto para o cliente final.

É o mais famoso tipo de plataforma e-commerce, por se tratar de um varejo virtual, além de ser o mais fácil de atender às demandas do consumidor. Pode aparecer em tamanhos diferentes, já que os pedidos de compra a serem faturados por um consumidor final tendem a ser menores.

B2B

O B2B (Business to Business) funciona como um e-commerce que vende para outro tipo de negócio.

Nesse caso, inclusive, o e-commerce assume um posto de distribuidor, uma vez que ele fornece os produtos necessários para que haja a venda de outro negócio. Esse tipo de e-commerce exige uma estrutura relativamente mais robusta. Os pedidos tendem a ser maiores, pois existe uma quantidade maior a ser vendida.

Nada impede, também, que um e-commerce realize operações B2B e B2C de maneira concomitante. Nesse caso, entretanto, o e-commerce é definido pelo tipo de operação que acontece com mais frequência e em maior quantidade.

A venda B2B também tende a ser um pouco mais complexa, devido à legislação e questões como tributação e ICMS entre empresas, que torna necessário fazer um cálculo de tributos para a emissão da nota fiscal.

B2B2C

Já o B2B2C (Business to Business to Customer), é mais recente e tem uma operação diferenciada. Nesse caso, uma distribuidora vende diretamente para o cliente final por intermédio de uma revendedora.

Funciona assim: o cliente entra no site da revendedora, que conta com elementos visuais e de identificação em relação ao revendedor. O cliente escolhe seus produtos e realiza a compra, com a entrega realizada dentro das condições estabelecidas. Para esse consumidor, o faturamento acontece de maneira direta com o revendedor, mas, na verdade, o faturamento é feito diretamente pelo distribuidor, que também é o responsável por enviar os produtos adequadamente.

Em geral, o revendedor recebe uma comissão por cada venda realizada por intermédio do seu sistema. É uma opção conveniente para que o distribuidor tenha menos necessidade de estrutura de e-commerce e tenha mais apelo comercial.

Plano de negócios

Não é porque o e-commerce é teoricamente uma opção mais prática e mais conveniente, que a gestão pode se descuidar e não fazer um planejamento adequado. Assim como acontece em todos os casos e atuações, um plano de negócios é indispensável para que o e-commerce consiga se desenvolver e se fortalecer no mercado. Os elementos mais importantes de um plano de negócios de sucesso incluem:

Metas e objetivos

As metas e os objetivos são indispensáveis para nortear o crescimento do e-commerce. São elas, inclusive, que permitem a medição de resultados de modo a saber se uma determinada ação foi ou não bem-sucedida.

Para ficar mais fácil, os objetivos devem ser maiores e mais gerais, e as metas devem ser os passos a serem seguidos para que seja possível atingir o resultado esperado. Por exemplo, o objetivo pode ser o aumento do faturamento em 20% ao longo de um ano. Já as metas, podem incluir fatores como aumento do número de clientes em 10%, diminuição dos custos em 15% e aumento do ticket médio em 10%. Ao final, atingir essas metas pode fazer com que o faturamento chegue ao patamar desejado.

No geral, as metas e objetivos devem ser desafiadores o bastante para garantir a motivação de todos os envolvidos, mas também devem ser realistas, o que significa que é preciso pensar no tamanho e atuação do e-commerce e também no mercado para haver a definição adequada, levando todos esses fatores em conta.

Pesquisa de mercado

Também é preciso que exista uma pesquisa de mercado relevante para que o plano de negócios seja definido adequadamente.

Os números indicam que houve um aumento na quantidade de e-commerces ativos, o que significa que existe maior competição. Saber disso e reconhecer quem são seus concorrentes, portanto, é uma das tarefas mais indispensáveis do ponto de vista de pesquisa de mercado.

É fundamental reconhecer as tendências de compra e do mercado em geral, o que faz sucesso entre os clientes e o que cada consumidor espera ao fazer uma compra. Isso é importante para se preparar para a queda ou aumento de vendas, ainda que sazonal, e também para garantir a satisfação e fidelização dos clientes.

Outro fator importante é que a pesquisa de mercado permite que você encontre pontos de inovação e diferenciação em relação à sua concorrência, de modo que você consiga enxergar exatamente como deve agir para dar destaque ao seu e-commerce.

Definição de produtos

Conhecendo o mercado, é possível identificar, de maneira mais assertiva, quais produtos devem ser vendidos para atrair os clientes. É necessário que essa definição seja feita de maneira estruturada para que você possa oferecer itens realmente rentáveis para um público de interesse.

O ideal é contar com um bom mix de produtos, que combine itens mais sazonais e que estejam fazendo sucesso momentâneo, com itens que tenham mais firmeza de mercado.

Além disso, é preciso levar em conta o valor de compra desses itens. Quanto maior for o custo de aquisição — incluindo preço, custos de transporte e tributação — maior é o preço final, o que nem sempre é benéfico do ponto de vista competitivo.

Uma vez que o e-commerce esteja ativo, é preciso ficar de olho em quais produtos têm mais procura e saída, de modo a favorecer a comercialização desses itens mais importantes.

Segmentação do público

Por falar em público, é importante que o plano de negócios estabeleça quem é o mercado de interesse. Vender de maneira muito ampla e genérica pode atrapalhar a comunicação e os resultados de conversão, então, faz sentido estabelecer uma segmentação para direcionar esforços e aumentar as chances de que aconteça a conversão em vendas.

Essa definição deve se basear em questões como: perfil comportamental, perfil de consumo, poder de decisão sobre a compra, necessidades e dificuldades. Isso vale para e-commerces dos tipos B2B, B2C e B2B2C.

Segmentar o público é necessário também porque permite agir de maneira a gerar mais satisfação para os clientes específicos, o que melhora a reputação do negócio e aumenta as chances de sucesso.

Ações

As ações quanto ao negócio também devem estar especificadas dentro do plano de negócios. Os investimentos, por exemplo, devem ser planejados de modo que esse plano funcione como uma espécie de guia ou roteiro para que o negócio possa seguir ao longo de sua atuação.

Também é importante que haja um planejamento de como o e-commerce vai atuar, de quais serão seus diferenciais e o que é preciso ser feito para que os objetivos e metas estabelecidos sejam alcançados.

Definir métricas para mensurar resultados é outra atitude importante e que faz a diferença para acompanhar o resultado dessas ações. Quanto mais planejamento de atuação houver, maiores são as chances de que o e-commerce opere de maneira estruturada e de que haja sucesso.

Cronograma

Por último, mas não menos importante, o plano de negócios deve conter um cronograma para todo o e-commerce. Isso significa, por exemplo, determinar prazos para as metas e objetivos de modo que seja possível estabelecer quais ações são prioritárias em relação às demais. É o caso, por exemplo, de definir metas para o mês, para o semestre e para o ano.

Também é necessário estabelecer um cronograma de ações e de implementações em geral. Isso aumenta a motivação e evita que uma determinada ação necessária seja postergada de maneira excessiva e prejudicial para o negócio.

Definir espaços de tempo é benéfico também quando se pensa na medição de resultados. Ao dividir as ações em períodos de tempo bem definidos, fica mais fácil fazer as medições voltadas para cada período específico.

Bom, espero que esse artigo tenha te ajudado para que sua plataforma e-commerce passe a vender mais e mais a cada dia. Mas se você quiser saber um pouco mais sobre como fazer do seu e-commerce um negócio lucrativo, fale com um dos nossos consultores.

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