Tire suas dúvidas sobre o Bloco K do Sped Fiscal!

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Em janeiro deste ano, a implementação do Bloco K do Sped Fiscal (Livro de Registros de Controle da Produção e do Estoque da Escrituração Fiscal Digital) passou a ser obrigatória para as indústrias brasileiras, que tiveram que adequar seu controle de estoque, a fim de entregar o documento à Receita Federal.

A nova exigência está voltada, neste primeiro momento, para empresas com faturamento superior a R$ 300 milhões por ano. Contudo, a partir de 2018, a obrigação passa a valer também para indústrias com faturamento anual igual ou acima de R$ 78 milhões. Em 2019, a obrigatoriedade se estenderá às demais indústrias e atacadistas inseridas nas divisões 462 e 469 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas, o CNAE.

O fisco passou a ter um controle mais detalhado sobre as entradas e saídas (compras e vendas) dos contribuintes de ICMS/IPI através do Sped Fiscal, mas restava saber, no caso das empresas industriais, informações sobre o processo produtivo. Com a inclusão do Bloco K no Sped Fiscal, o governo passará a ter acesso a este processo e à movimentação completa de cada item de estoque, possibilitando o cruzamento quantitativo dos saldos apurados eletronicamente pelo Sped com os saldos informados pelas indústrias. As diferenças não justificadas poderão ser consideradas como sonegação fiscal.

Apesar disso, a maioria das empresas não sabem o que efetivamente devem fazer. Por isso, neste post, explicaremos o que é o Bloco K do Sped Fiscal, como funciona, quais são os prazos, e também responderemos as perguntas frequentes. Acompanhe!  Continue lendo “Tire suas dúvidas sobre o Bloco K do Sped Fiscal!”

A sua empresa está pronta para a obrigatoriedade do CEST em documentos fiscais?

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A partir do dia 1º de julho de 2017, o Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) se tornará obrigatório em documentos fiscais. Sua ausência impedirá que o contribuinte do ICMS (Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) faça a emissão NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) e o SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônico).

Para que os arquivos dos documentos fiscais eletrônicos não sejam rejeitados, você precisará adicionar o código CEST dos produtos. Neste post, você vai entender o que é o CEST e qual é o procedimento para informá-lo. Acompanhe!

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Por que aumentar a qualidade no atendimento ao cliente pode ser mais importante do que vendas?

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Para a sobrevivência de um empreendimento, a excelência no atendimento ao cliente é um fator crucial. Infelizmente, muitas empresas negligenciam esse fundamento, concentrando suas energias em várias outras questões, deixando seus clientes desassistidos.

Segundo estatísticas de mercado, o custo de conquistar um novo cliente é  7 vezes maior do que reter um antigo. Por que então investir tanto tempo, esforço e dinheiro para atrair e vender para novos clientes, se você pode reter 7 clientes com esses mesmos recursos?

Neste artigo, vamos explicar por que aumentar a qualidade no atendimento ao cliente pode ser mais lucrativo do que focar em vendas. Acompanhe!

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Conheça as 5 formas de criar vantagem competitiva

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A vantagem competitiva pode ser entendida como uma característica positiva que determinada empresa possui, e que a difere de seus concorrentes sob o ponto de vista dos consumidores. Por exemplo: quando a empresa oferece ao cliente o melhor preço; uma entrega mais rápida; ou ainda um produto ou serviço exclusivo, cria-se um diferencial. Isso significa que existe um conjunto de atributos que permite que esta empresa seja vista pelo consumidor como a melhor opção do mercado.

Portanto, criar uma vantagem competitiva é extremamente importante para quem quer crescer e aumentar as vendas. Você já sabe qual é o diferencial competitivo da sua empresa? Se estiver oferecendo o mesmo produto ou serviço que a concorrência, está na hora de sair na frente!

Quanto antes você descobrir qual é o seu diferencial, mais fácil será fixá-lo na mente do público que você deseja atingir. Este artigo irá mostrá-lo as 5 formas de criar vantagem competitiva e como se destacar no mercado, garantindo o sucesso do seu negócio. Confira!

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Qual o reflexo do fim da desoneração da folha de pagamento para o país?

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Na última quarta-feira, 29 de março, o presidente Michel Temer anunciou o fim da desoneração da folha de pagamento, acabando com os benefícios fiscais concedidos a vários setores da indústria. O governo decidiu bloquear R$ 42,1 bilhões do Orçamento para fechar o ano de 2017 sem ampliar ainda mais o rombo nas contas públicas.

A medida, que passará a valer a partir de julho – em razão da regra que determina que qualquer aumento de contribuição só pode entrar em vigor 90 dias depois da publicação da lei no Diário Oficial da União – é mais uma tentativa de aumentar a receita do governo.

Em vigor desde 2011, a desoneração da folha de pagamento beneficia 56 setores da economia, que pagam 2,5% ou 4,5% do faturamento para a Previdência Social, dependendo do setor, ao invés de recolherem 20% da folha. Com o fim do benefício, o governo espera arrecadar R$ 4,8 bilhões ainda este ano.

Para o empresariado, a desoneração da folha de pagamento pode ser altamente nociva aos setores que deixarão de contar com o benefício, prejudicando a geração de caixa para retomada dos investimentos, e consequentemente, a competitividade internacional.

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Operação Carne Fraca: impactos para a economia brasileira

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Na última semana,  a Operação Carne Fraca liderada pela Polícia Federal, revelou um esquema de propina para liberação de mercadorias sem fiscalização, envolvendo funcionários do Ministério da Agricultura e cerca de 40 empresas, entre elas as gigantes JBS, BRF e Peccin.

O escândalo deixou dúvidas em relação à qualidade da carne brasileira e levou os principais compradores do Brasil a pedirem suspensão das encomendas dos frigoríficos suspeitos. Na sequência, a China, União Europeia, Coreia do Sul e Chile anunciaram a suspensão temporária da compra de carnes do Brasil.

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